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quinta-feira, 22 de maio de 2014
segunda-feira, 12 de maio de 2014
as palavras belas e doces derretem a algidez da vida...
À minha Mãe
Numa esquina do tempo
Espero ainda o desdobrar do meu destino
Nas rugas da tua face.
Eu já sabia – mais tarde ou mais cedo
Estávamos condenados a este desenlace
- eu criança velha a atrapalhar
A paz com que cortaste as amarras.
Sinto-me só mas tenho esperança
De um dia ainda voltar a ser criança
E te encontrar.
João Reis
(À
minha Mãe)
2009/05/11
quarta-feira, 7 de maio de 2014
A 7 de Maio de 1833, nasce, em Hamburgo, o compositor alemão Johannes Brahms.
Uma das mais importantes figuras do romantismo
musical europeu do século XIX.
Hamburgo, 7 de maio de 1833 — Viena, 3 de abril de 1897
segunda-feira, 5 de maio de 2014
5 de Maio é o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura Lusófona
A 6ª língua mais falada do mundo é a portuguesa
Em 2005, ficou decidido em Luanda, Angola, que o dia 5 de Maio seria o Dia da Língua Portuguesa, mas a data só foi oficializada em Junho de 2009, em Cabo Verde, quando os países que pertencem à Comunidade se reuniram e chegaram a acordo no XIV Conselho de Ministros da CPLP.
O Dia da Língua Portuguesa e da Cultura é celebrado nos oito países membros da comunidade lusófona: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Actualmente, a língua portuguesa é considerada a sexta língua mais falada no mundo, destacando-se internacionalmente não apenas no âmbito cultural e político, mas também económico.

Fonte: Inforpress
domingo, 4 de maio de 2014
para todas as mães... todos os dias...
POEMA À MÃE
No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe.
Tudo porque já não sou
o menino adormecido
no fundo dos teus olhos.
Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!
Olha - queres ouvir-me? -
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;
ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;
ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...
Mas - tu sabes - a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber.
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves.
in «Os Amantes Sem Dinheiro» (1950)
Eugénio de Andrade
LinK: http://www.youtube.com/watch?v=tlTDuU0VK3k
AS MÃES
Quando voltar ao Alentejo as cigarras já terão morrido. Passaram o verão todo a transformar a luz em canto - não sei de destino mais glorioso. Quem lá encontraremos, pela certa, são aquelas mulheres envolvidas na sombra dos seus lutos, como se a terra lhes tivesse morrido e para todo o sempre se quedassem órfãs. Não as veremos apenas em Barrancos ou em Castro Laboreiro, elas estão em toda a parte onde nasce o sol: em Cória ou Catânia, em Mistras ou Santa Clara del Cobre, em Varchats ou Beni Mellal, porque elas são as mães. O olhar esperto ou sonolento, o corpo feito um espeto ou mal podendo com as carnes, elas são as Mães. A tua; a minha, se não tivesse morrido tão cedo, sem tempo para que o rosto viesse a ser lavrado pelo vento. Provavelmente estão aí desde a primeira estrela. E o que elas duram! Feitas de urze ressequida, parecem imortais. Se o não forem, são pelo menos incorruptíveis como se participassem da natureza do fogo. Com mãos friáveis teceram a rede dos nossos sonhos, alimentaram-nos com a luz coada pela obscuridade dos seus lenços. Às vezes, encostam-se à cal dos muros a ver passar os dias, roendo uma côdea ou fazendo uns carapins para o último dos netos, as entranhas abertas nas palavras que vão trocando entre si; outras vezes caminham por quelhas e quelhas de pedra solta, batem a um postigo, pedem lume, umas pedrinhas de sal, agradecem pelas almas de quem lá têm, voltam ao calor animal da casa, aquecem um migalho de café, regam as sardinheiras, depois de varrerem o terreiro. Elas são as Mães, essas mulheres que Goethe pensa estarem fora do tempo e do espaço, anteriores ao Céu e ao Inferno, assim velhas, assim terrosas, os olhos perdidos e vazios, ou vivos como brasas assopradas. Solitárias ou inumeráveis, aí as tens na tua frente, graves, caladas, quase solenes na sua imobilidade, esquecidas de que foram o primeiro orvalho do homem, a primeira luz. Mas também as podes ver seguindo por lentas veredas de sombra, as pernas pouco ajudando a vontade, atrás de uma ou duas cabras, com restos de garbo na cabeça levantada, apesar das tetas mirradas. Como encontrarão descanso nos caminhos do mundo? Não há ninguém que as não tenha visto com umas contas nas mãos engelhadas rezando pelos seus defuntos, rogando pragas a uma vizinha que plantou à roda do curral mais três pés de couve do que ela, regressando da fonte amaldiçoando os anos que já não podem com o cântaro, ou debaixo de uma oliveira roubando alguma azeitona para retalhar. E cheiram a migas de alho, a ranço, a aguardente, mas também a poejos colhidos nas represas, a manjerico quando é pelo S. João. E aos domingos lavam a cara e mudam de roupa, e vão buscar à arca um lenço de seda preta, que também põem nos enterros. E vede como, ao abrir, a arca cheira a alfazema! Algumas ainda cuidam das sécias que levam aos cemitérios ou vendem pelas termas, juntamente com um punhado de maçãs amadurecidas no aroma dos fenos. E conheço uma que passa as horas vigiando as traquinices de um garoto que tem na testa uma estrelinha de cabrito montês - e que só ela vê, só ela vê.
Elas são as Mães, ignorantes da morte mas certas da sua ressurreição.
in "Vertentes do olhar" (1987)
Eugénio de Andrade
Para SemprePor que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
— mistério profundo —
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho. Carlos Drummond de Andrade, in 'Lição de Coisas'
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
— mistério profundo —
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho. Carlos Drummond de Andrade, in 'Lição de Coisas'
Canção de Embalar
Dorme meu menino a estrela d'alva
Já a procurei e não a vi
Se ela não vier de madrugada
Outra que eu souber será pra ti
ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô (bis)
Outra que eu souber na noite escura
Sobre o teu sorriso de encantar
Ouvirás cantando nas alturas
Trovas e cantigas de embalar
Trovas e cantigas muito belas
Afina a garganta meu cantor
Quando a luz se apaga nas janelas
Perde a estrela d'alva o seu fulgor
Perde a estrela d'alva pequenina
Se outra não vier para a render
Dorme "quinda" à noite é uma menina
Deixa-a vir também adormecer
Zeca Afonso
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RESTIA DE POESIA
sábado, 3 de maio de 2014
Celebra-se a 3 de maio...
Dia Internacional da Liberdade de Imprensa

Todos os anos, vários jornalistas são capturados e mantidos prisioneiros, em diversas regiões do mundo, com destaque para os países onde vigoram regimes ditatoriais.
A Associação Repórteres Sem Fronteiras desenvolve esforços para proteger os profissionais de comunicação social no mundo inteiro, alertando para os perigos a que todos estão sujeitos no cumprimento seu trabalho.
Mensagem do Secretário-Geral da ONU (2014) – Dia Mundial da Liberdade de Imprensa:
quinta-feira, 1 de maio de 2014
1º de maio, dia do trabalhador
1 de Maio de 1886. Manifestação operária em Chicago termina com mortes e detenções. Três anos depois nascia o "Dia do Trabalhador".
sábado, 26 de abril de 2014
"Blimunda" dedica-se aos 40 do 25 de abril

Numa data tão simbólica para Portugal, a Blimunda não poderia ficar alheia ao aniversário de 40 anos do 25 de Abril. Neste mês a revista dedica boa parte dos seus conteúdo à celebração da Revolução dos Cravos. Do acervo de Vasco Gonçalves, em depósito na Fundação José Saramago, recuperam-se 15 cartazes do 25 de Abril, acompanhados por frases de 15 convidados, de diferentes países, sobre o significado desse momento histórico. Sara Figueiredo Costa escreve sobre Os Rapazes dos Tanques, de Alfredo Cunha e Adelino Gomes, um precioso registo da manhã em que a democracia renasceu. Há ainda espaço para A Hora da Revolução: vinte anos depois, um texto escrito por Eduardo Lourenço em 1994, inédito em português, e para O sabor da palavra Liberdade, discurso proferido por José Saramago em 1990.
Na secção Infantil e Juvenil, o 25 de Abril está em destaque com um mosaico de obras revolucionárias publicadas antes de 1974. Andreia Brites conversa com as três editoras independentes que este ano marcaram presença na Feira do Livro Infantil de Bolonha com espaço próprio.
A abrir este número, num dos poucos textos sem referência ao 25 de Abril, Sara Figueiredo Costa publica as suas impressões sobre a terceira edição do festival literário Rota das Letras, em Macau.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
A HORA DA LIBERDADE
«A Hora da Liberdade» é uma ficção documental emitida pela SIC em 1999 que retrata os diversos acontecimentos que pautaram o golpe militar de 25 de Abril de 1974, responsável pela instauração da Democracia em Portugal.
É da autoria de Emídio Rangel, Rodrigo Sousa e Castro e Joana Pontes que assegurou, igualmente, a realização.
É da autoria de Emídio Rangel, Rodrigo Sousa e Castro e Joana Pontes que assegurou, igualmente, a realização.
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quinta-feira, 24 de abril de 2014
"E Depois do Adeus" foi a canção que serviu de primeira senha à revolução de 25 de Abril de 1974.

Com letra de José Niza e música de José Calvário, a canção foi escrita para ser interpretada por Paulo de Carvalho na 12.ª edição do Festival RTP da Canção, do qual sairia vencedora.
Com a transmissão de "E Depois do Adeus", pelos Emissores Associados de Lisboa às 22h55m do dia 24 de Abril de 1974, era dada a ordem para as tropas se prepararem e estarem a postos. O efectivo sinal de saída dos quartéis, posterior a este, seria a emissão, pela Rádio Renascença, de "Grândola, Vila Morena" de Zeca Afonso.
A razão da escolha de "E Depois do Adeus" é clara: não tendo conteúdo político e sendo uma música em voga na altura, não levantaria suspeitas, podendo a revolução ser cancelada se os líderes do MFA concluíssem que não havia condições efectivas para a sua realização. A posterior radiodifusão, na emissora católica, de uma música claramente política de um autor proscrito daria a certeza aos revoltosos de que já não havia volta atrás, que a revolução era mesmo para arrancar."
Texto in Wikipédia
Com a transmissão de "E Depois do Adeus", pelos Emissores Associados de Lisboa às 22h55m do dia 24 de Abril de 1974, era dada a ordem para as tropas se prepararem e estarem a postos. O efectivo sinal de saída dos quartéis, posterior a este, seria a emissão, pela Rádio Renascença, de "Grândola, Vila Morena" de Zeca Afonso.
A razão da escolha de "E Depois do Adeus" é clara: não tendo conteúdo político e sendo uma música em voga na altura, não levantaria suspeitas, podendo a revolução ser cancelada se os líderes do MFA concluíssem que não havia condições efectivas para a sua realização. A posterior radiodifusão, na emissora católica, de uma música claramente política de um autor proscrito daria a certeza aos revoltosos de que já não havia volta atrás, que a revolução era mesmo para arrancar."
Texto in Wikipédia
terça-feira, 22 de abril de 2014
sábado, 19 de abril de 2014
No dia 19 de abril...
Massacre de Lisboa de 1506

O Massacre de Lisboa de 1506, também conhecido como Pogrom de Lisboa ou Matança da Páscoa de 1506, uma multidão perseguiu, violou, torturou e matou centenas de judeus, acusados de serem a causa de uma seca, fome e peste que assolavam o país.Isto sucedeu antes do início da Inquisição e nove anos depois da conversão forçada dos judeus em Portugal, em 1497, durante o reinado de D. Manuel I.
Foto de A. Cibrão
450 anos ...
William Shakespeare comemora, na próxima quarta, 450 anos
Um dos maiores dramaturgos de sempre
Nasceu na cidade de Stratford-upon-Avon, na Inglaterra, em 1564. Há poucos dados biográficos precisos sobre Shakespeare, mas sabe-se que entre 1585 e 1592 mudou-se para Londres, onde fez carreira de ator, dramaturgo e poeta, além de tornar-se sócio de uma das companhias de atuação mais populares da época, para a qual escreveu muitas de suas peças. É considerado por muitos o mais importante autor da língua inglesa e um dos mais influentes do mundo ocidental. Faleceu em 1616.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Charles Baudelaire nasceu no dia 9 de abril de 1821
Charles-Pierre Baudelaire foi um dos maiores poetas do século XIX, tendo influenciado decisivamente toda a poesia moderna.
É considerado um dos precursores do Simbolismo..
A sua obra teórica também influenciou profundamente as artes plásticas do século XIX.
Origem: Wikiquote, a colectânea de citações livre

9 de Abril de 1821 - 31 de Agosto de 1867

Sorte d'incantation, ce poème est apparenté,
en raison de ses répétitions, au pantoum.
Danse de sons, de parfums,
de couleurs, de douceur du couchant :
ballet d'impressions ; présence charnelle ;
envoûtement sensuel ; vertige.
Ces répétitions, plus qu'une simple litanie, créent un rituel mystique
qui transfigure la fragilité de l'expérience sensuelle en éternité
et fonde cette alliance avec l'être aimé,
là où, par la poésie, l'amour échappe au temps,
où 'son souvenir en moi' est adoration et extase.
Ambiance musicale :
Extraits du 2e mouvement marqué adagio du concerto no 1 en sol mineur
pour violon, op. 26, de Max Bruch, avec le violoniste Christian Ferras
et le Philharmonia Orchestra dirigé par Walter Süsskind
(enregistrement de 1958 - domaine public).
http://srv-gub-udm.mediactive.fr/FMPr...
Illustration :
'Harmonie du soir', photographie © Simone Dominati,
http://www.fotocommunity.fr/pc/pc/dis...
alias asdom,
http://www.fotocommunity.fr/pc/accoun...
avec l'aimable autorisation de l'artiste.
Texte :
http://fr.wikisource.org/wiki/Harmoni...
'Harmonie du soir' dit par Pierre Viala
http://fleursdumal.org/audio/treize_p...
et par Eva Le Gallienne
La Musique creuse le ciel
(A música perfura o céu)
Citado em "The cult of beauty in Charles Baudelaire, Volumes 1-2" - Página 39, Solomon Alhadef Rhodes - Institute of French studies, Columbia university, 1929
-
- Le Poete est semblable au prince des nuées [...] Ses ailes de géant l’empêchent de marcher.
(O poeta é como o príncípe das nuvens.[...] As suas asas de gigante não o deixam caminhar)
Charles Baudelaire in: L’Albatros (Baudelaire)
sábado, 29 de março de 2014
Em 29 de março de 1998, foi inaugurada a maior ponte da Europa
Ponte Vasco da Gama
Lisboa
Em 29 de março de 1998, dois meses antes da abertura da EXPO'98, foi inaugurada a maior ponte da Europa e uma das maiores obras públicas realizadas em Portugal: a Ponte Vasco da Gama. Situada a oriente deLisboa, a nova ponte liga Sacavém ao Montijo. O início da obra ocorreu em julho de 1995, depois de uma primeira fase de planeamento que durou sensivelmente 3 anos. Durante este período, duas dezenas e meiade técnicos de quatro empresas produziram uma dezena de milhar de volumes com mais de 9000 desenhos no sentido de planear a nova ponte até ao mais pequeno pormenor.A Ponte Vasco da Gama é compostapor seis faixas de rodagem com piso anti-derrapante (estando previsto o alargamento para 8 faixas em 2008), 1200 candeeiros e centenas de pilares extremamente firmes, capazes de suportar impactos até quatrovezes e meia superiores ao terramoto de 1755. Por outro lado, as "asas" laterais do tabuleiros permitem uma melhor resistência ao vento, suportando rajadas até 220 quilómetros por hora.A construção da Ponte Vasco da Gama, com 100 mil toneladas de aço e 730 mil metros cúbicos de betão, envolveu milhares de trabalhadores e custos na ordem dos 180 milhões de contos (897 836 214,7 euros).Desta verba, foram gastos 129 milhões (643 449 287,2 euros) na construção da obra propriamente dita, e os restantes 51 milhões (254 386 927,5 euros) em expropriações de terrenos, realojamento de pessoas eestudos de impacto ambiental. No total, a ponte tem um comprimento de 17,2 quilómetros, 12,3 dos quais em tabuleiros suspensos sobre o rio Tejo.
A sua construção mereceu o Prémio da Bienal Ibero-Americana de Arquitectura e engenharia em 2000.
Ponte Vasco da Gama. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2014. [Consult. 2014-03-29].
sábado, 22 de março de 2014
MÁRIO DE SÁ CARNEIRO
O João Reis enviou esta relíquia...
Apoteose
Mastros quebrados, singro num mar d'Ouro
Dormindo fôgo, incerto, longemente...
Tudo se me igualou num sonho rente,
E em metade de mim hoje só móro...
São tristezas de bronze as que inda choro -
Pilastras mortas, marmores ao Poente...
Lagearam-se-me as ânsias brancamente
Por claustros falsos onde nunca óro...
Desci de mim. Dobrei o manto d'Astro,
Quebrei a taça de cristal e espanto,
Talhei em sombra o Oiro do meu rastro...
Findei... Horas-platina... Olor-brocado...
Luar-ânsia... Luz-perdão... Orquideas pranto...
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
- Ó pantanos de Mim - jardim estagnado...
Mário de Sá-Carneiro, in 'Indícios de Oiro'
Dormindo fôgo, incerto, longemente...
Tudo se me igualou num sonho rente,
E em metade de mim hoje só móro...
São tristezas de bronze as que inda choro -
Pilastras mortas, marmores ao Poente...
Lagearam-se-me as ânsias brancamente
Por claustros falsos onde nunca óro...
Desci de mim. Dobrei o manto d'Astro,
Quebrei a taça de cristal e espanto,
Talhei em sombra o Oiro do meu rastro...
Findei... Horas-platina... Olor-brocado...
Luar-ânsia... Luz-perdão... Orquideas pranto...
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
- Ó pantanos de Mim - jardim estagnado...
Mário de Sá-Carneiro, in 'Indícios de Oiro'
http://cvc.instituto-camoes.pt/literatura/sacarneiro.htm
Resistência ao vivo - Fim
sexta-feira, 21 de março de 2014
DIA MUNDIAL DA POESIA
Viva a Poesia...
«É na nossa poesia que se encontra isso que os políticos tão afanosamente buscam: a nossa identidade»
Eugénio de Andrade
domingo, 9 de março de 2014
1500 - Partida, de Lisboa, da frota que haveria de descobrir o Brasil
A 9 de Março de 1500: A armada de Pedro Álvares Cabral parte de Lisboa, rumo a Calecute, viagem que origina a "descoberta" do Brasil.

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