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terça-feira, 8 de abril de 2014

O JORNAL DA NOSSA ESCOLA - "GAZETA DA FONSECA"



Gazetas da Fonseca




Foi hoje publicado um suplemento especial da «Gazeta da Fonseca», dedicado à semana da escola e à comemoração do nosso centenário. 

http://www.esfb.pt/files/gazeta_Suplemento.pdf

http://www.esfb.pt/gazeta/Gazeta1.pdf


segunda-feira, 7 de abril de 2014

Explosões do Sol






O Sol está num ciclo de intensa atividade de erupções solares (explosões na superfície do Sol causadas por mudanças repentinas no seu campo magnético). A NASA divulgou um vídeo captado pelo Observatório Solar Dynamics destas potentes explosões. A Terra está bem protegida devido seu campo magnético, pelo que as explosões solares não afetam os seres vivos. Podem no entanto interferir com os sinais de comunicações como GPS.


SIC Notícias11:14 07.04.2014 

REATAR: Recursos Educativos Abertos

Um recurso útil para a prática nas bibliotecas, que tantas vezes reutilizam obras de autores diversos - o Verificador de Direitos de Autor. 
Trata-se de um fluxograma adicionado na página do projeto REAtar, que poderá ajudar a decisões em bibliotecas sobre utilização, reutilização e produção de documentos tendo em conta os direitos de autor 

http://www.rbe.min-edu.pt/np4/np4/?newsId=1114&fileName=direitos_autor.pdf

newsId=1114&fileName=direitos_autor.pdf



ATENÇÃO POETAS OCULTOS... CAMPEONATO DE POESIA COMEÇA HOJE!












No dia 7 de Abril iniciamos o 7º CAMPEONATO DE POESIA, uma prova semanal, com dez jornadas, de produção escrita - e 100% online.

O prémio para o vencedor é a publicação, sem quaisquer custos, de uma obra da sua autoria - por parte da Chiado Editora.


Todos os participantes terão também um texto seu, escolhido entre todos os que produzir para a prova, publicado numa colectânea a editar também pela Chiado Editora.


O júri é composto por Sara Câmara Leme, tradutora, Rui Miguel Mendonça, jornalista (Sport TV) e Pedro Chagas Freitas, escritor.



Inscrições através do e-mail:  pedrochagasfreitas1@gmail.com

sábado, 5 de abril de 2014

"Portugal está no top dez dos leitores da Monocle e a revista veio dizer-lhes olá"

Portugal está entre os dez maiores mercados da revista de culto que pensa no global mas que age localmente e veio a Lisboa conhecer os seus leitores.

APRENDE OS NOMES DOS INSTRUMENTOS QUE COMPÕEM UMA ORQUESTRA SINFÓNICA



A formação instrumental da orquestra sinfónica não se deu de uma hora para outra, foi antes um longo processo ocorrido durante os últimos quatro séculos. Ao longo deste período, os instrumentos musicais foram sendo aperfeiçoados. Instrumentos antigos foram substituídos por modernos. Muitos foram esquecidos e deixaram de fazer parte da orquestra, enquanto outros foram incorporados ao conjunto.


A orquestra sinfónica atual segue o modelo do final do século XIX. É formada por 32 violinos, 12 violas, 12 violoncelos, 8 contrabaixos, 4 flautas, 4 oboés, 4 clarinetes, 4 fagotes, 8 trompas, 4 trompetes, 3 trombones, uma tuba e um número variado de percussão. Obviamente, cada obra sinfónica possui sua própria formação instrumental, factor que varia de acordo com a época e o compositor.

 Em geral, uma orquestra sinfónica compossui de 80 a 100 músicos.

SUGESTÃO MUSICAL: Nana Mouskouri - "Je chante avec toi liberté"


Em pleno período festivo, celebremos sublimemente...




"Je chante avec toi liberté" (de l'album, "L'Intégrale", 1981, de Nana Mouskouri) a été écrit sur la musique du célèbre "coeur des esclaves hébreus" de l'Opéra "Nabucco" (1842) par Guiseppi Verdi. Cette chanson est une adaptation par Alain Goraguer. Les paroles sont par Pierre Delanoë et Claude Lemesle. 


"I sing with you liberty" (from the album. "Lintégrale", 1981, by Nana Mouskouri) was written based on the famous "chorus of the Hebrew slaves" scene from the Opera "Nabucco" (1842) by Guiseppe Verdi. The song was adapted by Alain Goraguer and the words were written by Pierre Delanoë and Claude Lemesle"





Nana Mouskouri, em grego Nανά Μούσκουρη, (Chania, Creta, 13 de Outubro de 1934) é uma cantora grega. 
Destaca-se por ter gravado em mais de onze idiomas.
Hoje, após quarenta anos de carreira, é a cantora que vendeu mais discos na história da música.











Nabucco é uma ópera em quatro atos de Giuseppe Fortunino Francesco Verdi (Roncole, 10 de Outubro de 1813 – Milão, 27 de Janeiro de 1901), com libreto de Temistocle Solera, escrita em 1842. A ação da ópera conta a história do rei Nabucodonosor da Babilônia.


Foi escrita durante a época da ocupação austríaca no norte da Itália e, por meio de várias analogias, suscitou o sentimento nacionalista italiano. O Coro dos Escravos Hebreus, no terceiro ato da ópera (Va, pensiero, sull'ali dorate, "Vai, pensamento, sobre as asas douradas) tornou-se uma música-símbolo do nacionalismo italiano da época.



sexta-feira, 4 de abril de 2014

AS PROFISSÕES ANTIGAS DE LISBOA...




CONHEÇA LISBOA DE OUTRAS ERAS...




MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS  - 1879





PRAÇA DA FIGUEIRA - 1885





LARGO DO RATO - 1912





PRAÇA D. PEDRO IV - 1920




























TORRE DE BELÉM - 1912





VALE DE ALCÂNTARA - 1920





TEATRO NACIONAL D. MARIA II - 1940





MARTIM MONIZ - 1946





2ª CIRCULAR - 1961






RUA DO CARMO - ARMAZÉNS DO CHIADO - 1965




"RODAS DE LISBOA" - CARRIS




CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE



Ausência

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.


Canção Final

Oh! se te amei, e quanto!
Mas não foi tanto assim.
Até os deuses claudicam
em nugas de aritmética.
Meço o passado com régua
de exagerar as distâncias.
Tudo tão triste, e o mais triste
é não ter tristeza alguma.
É não venerar os códigos
de acasalar e sofrer.
É viver tempo de sobra
sem que me sobre miragem.
Agora vou-me. Ou me vão?
Ou é vão ir ou não ir?
Oh! se te amei, e quanto,
quer dizer, nem tanto assim.


Para Sempre

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
— mistério profundo —
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.


Quadrilha

João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para o Estados Unidos, Teresa para o
convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto
Fernandes
que não tinha entrado na história.


No meio do caminho

No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.


"PARA SER GRANDE, SÊ INTEIRO (...)" Ricardo Reis







12ª Festa do Jazz do São Luiz: 5 e 6 de abril



 das 14.00h.  às 02.00h.

12ª Festa do Jazz do São Luiz: André Fernandes leva-nos a uma "roda das maravilhas"

O músico André Fernandes apresenta no domingo (dia 6), no âmbito da 12ª Festa do Jazz do São Luiz, o seu novo projecto «Wonder Wheel». A partir das 19:30, na Sala Principal deste emblemático teatro de Lisboa, o guitarrista sobe ao palco com Mário Laginha ao piano, Demian Cabaud no contrabaixo, Alexandre Frazão na bateria e Inês Sousa a dar a voz ao colectivo. O Diário Digital dá continuidade, assim, à sua colaboração com esta grande festa dedicada ao jazz, sugerindo uma formação por dia.

 

TERTÚLIAS ALMADINAS: ENTRADA LIVRE



POESIA DE ALMADA NEGREIROS

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UMA ESCOLA COM VIDA ...



UM PULSAR CONSTANTE...


quinta-feira, 3 de abril de 2014

JOGOS MATEMÁTICOS



O grupo de Matemática fomentou a realização de variados Jogos de estratégia, com incidência no Xadrez, na 5ª feira de manhã, na sala 2.06 de Matemática. A comparência maciça de alunos comprova o interesse neste tipo de atividades e motiva-nos, enquanto professores, a persistir nestas tarefas.


















terça-feira, 1 de abril de 2014

SEMANA DA ESCOLA


Na semana da Escola, a Sala 2.06, de Matemática, acolhe os alunos da escola na realização de Jogos Matemáticos. O entusiamo, vivacidade e empenho dos jovens, nestas atividades, está bem patente nas fotos. No fundo da sala encontra-se uma pequena exposição de manuais matemáticos que evidenciam as mudanças dos conteúdos programáticos e das estratégias didáticas ocorridas ao longo das últimas décadas em Portugal.







domingo, 30 de março de 2014

A convite da Profª Ana Paula Silva, esteve na nossa escola o Professor José Paulo Viana que realizou a palestra "O Fascínio da Probabilidades". O texto que se segue foi retirado de uma gravação que efetuei há uns anos, mas semelhante à realizada, aquando da sua vinda à nossa escola e que gostaria de partilhar convosco.
Profª Susana Martin Tenreiro








A meia sempre no mesmo pé

“... Sempre gostei muito de matemática e probabilidades, e uma coisa que me acontece muitas vezes é associar as probabilidades às coisas que me vão acontecendo na vida, algumas delas um pouco estranhas - pelo menos para quem está de fora -, e durante anos eu não falava nisto às pessoas com medo que achassem que eu era um bocadinho esquisito. Eu vou dar um exemplo:
Uma das coisas que me aconteceu durante muito tempo, era, quando eu de manhã me estava a vestir, a certa altura ia-me calçar, ia calçar as meias e punha-me a pensar, será que esta meia a última vez que a usei foi mesmo para o pé direito? Será que haverá possibilidade dela, alguma vez, sem querer (porque as meias são indistinguíveis), calçar sempre a mesma meia no pé direito e a outra no pé esquerdo? E um dia (eu lembrava-me disto muitas vezes ao vestir), resolvi  fazer as contas e ver qual era a probabilidade disto acontecer e se era possível não a mim, mas a alguém no mundo isto acontecer.
Então fiz os seguintes cálculos:
Considerei que havia 6 mil milhões de pessoas no mundo
População : 6 mil milhões    6 × 10 9
Destes 6 mil milhões de pessoas nem todos usam meias. Na nossa cultura quase toda a gente usa, mas há culturas onde não se usa, portanto a população que usa meias é mais pequena, e admiti que era mil milhões. Há muitos países onde quase ninguém usa meias.
População que usa meias: 109
 
Depois, quantas meias é que uma pessoa usa durante a vida? Fiz uns cálculos com a minha experiência e cheguei à conclusão que usamos 600 pares de meias, não todos de uma vez, portanto,
Cada pessoa usa uns 600 pares de meias durante a vida
Então o total de meias usado será 600 vezes o 109 ou seja:

Total de meias calçadas: 6 × 1011
E agora ainda era preciso descobrir quantas vezes é que uma pessoa usa as meias. Uma pessoa usa as meias, põe para lavar, a seguir volta, vai fazendo isto e a certa altura já não consegue voltar a vestir porque já tem um buraco! Então, pela minha experiência, uma pessoa usa as meias, cada par de meias, umas 40 vezes.
Cada meia pode ser usada umas 40 vezes.
Para uma pessoa usar 40 vezes, a primeira vez pode ser calçada de qualquer maneira, mas a segunda a meia que ficou na 1ª vez no pé direito tem que voltar a ficar no pé direito e daí para a frente sempre! A probabilidade é ½ e esse acontecimento tem que se verificar 39 vezes. A 1ª tanto faz mas a seguir são 39. Portanto,
Total de meias calçadas: 6 × 1011
Probabilidade de calçar as meias da mesma maneira que na vez anterior: 0,5
Probabilidade de calçar sempre as meias da mesma maneira: 0,5 39
Agora multiplicando pelo número de meias a uso, aí pelo mundo, que são aqueles 6 vezes 10 elevado a 11. E se eu multiplicar a probabilidade pelo número total de experiências obtenho em média quantas vezes é que isto aconteceu. Fazendo as contas, obtenho 1,09.
Nº de casos esperados para uma meia ter sido calçada 40 vezes seguidas no mesmo pé:
6 × 1011× 0,539 = 1,09

Ou seja há aí uma pessoa no mundo que calçou 40 vezes seguidas a mesma meia no mesmo pé e não se apercebeu! Uma coisa facílima de acontecer, aconteceu, e ela não sabe... “



Data de nascimento

“....Agora vamos mudar de assunto.
Há pouco falámos da data de nascimento e a minha questao é a seguinte:
“Quantas pessoas eu preciso de juntar para que a probabilidade de haver alguém a fazer anos no mesmo dia que eu seja 50%?”
Ora se eu juntar uma pessoa ou duas a probabilidade é muito pequena, portanto vamos calcular quantas pessoas eu preciso de juntar para ter 50% de probabilidade de ter alguém fazer anos no mesmo dia que eu.
Uma das coisas que faço sempre, quase desde que comecei a dar aulas é, na primeira aula,
entrego as fichas, peço aos alunos para preencher e peço que ponham a data de nascimento bem clara, porque quem fizer anos no mesmo dia que eu está passado.
Os alunos arregalam os olhos, e perguntam," está passado"?
Sim, o 10 está garantido, tudo o que fizerem será para subir a nota.
Entusiasmados os alunos preenchem as fichas, a seguir ordeno-as, verifico as datas de nascimento e ninguém acerta.
Fui fazendo isto 1 ano, 2 anos, 3 anos e nada. 4 anos, 5 anos,… e ninguém fazia anos no mesmo dia que eu. Comecei a estranhar, afinal faço anos num dia normal.
Ao fim de 15 anos fui dar aulas à noite e numa das turmas esqueci-me de avisar que quem fizesse anos no mesmo dia que eu estava passado.
Quando eles devolverem as fichas e saíram, lembrei-me e fui ver as datas de nascimento e havia um, um João. Fiquei todo entusiasmado.
Na aula seguinte, chamei pelo João e faltava. Na outra aula voltei a chamar pelo João e faltava. Na outra aula a mesma coisa. O aluno nunca mais apareceu!!…estava passado e nunca mais apareceu!!!
E continuei a fazer isto mais anos e ninguém aparecia. A certa altura até calculei qual a probabilidade de com aquela enxurrada de alunos que já tinha tido, ninguém fazer anos no mesmo dia que eu. Era cerca de 1%, … eu estava com azar!
E um ano apareceu um. Avisei-o, estás passado! Ele espantado disse: “estou passado?” Sim, estás passado.
Corrigi o primeiro teste. Negativa.
Quando fui entregar ele perguntou “ainda estou passado?” Sim, estás passado, mas confesso que fiquei nervoso. Felizmente o rapaz lá conseguiu ter positiva mesmo sem precisar do brinde.
Ora bem,  vamos lá então calcular  quantas pessoas tenho que encontrar para que a probabilidade de haver alguém a fazer anos no mesmo dia que eu seja 50%. ...”

Ora, mais fácil do que calcular a probabilidade de haver pelo menos um é calcular a probabilidade de não haver nenhum.
Quando chega a primeira pessoa, a probabilidade é de  364/365.  Quando chega a segunda pessoa, a probabilidade também é    364/365
Assim a probabilidade de as duas pessoas não fazerem anos no mesmo dia que eu é   
 (364/365) x(364/365)
Vamos continuar a multiplicar  (364/365)x(364/365)x......(364x365)

  e quando o resultado chegar a 0,5 encontrei o número de pessoas.

Assim, a probabilidade de  pessoas não fazerem anos no mesmo dia que eu é  (364/365) elevado a n  e portanto a probabilidade de, num grupo de  pessoas alguém fazer anos no mesmo dia que eu é
P(n) = 1 - (364/365) elevado a n.
Como , P(253) é aproximadamente de 0,5 , eu tenho de juntar 253 pessoas.
Nesta sala estão mais ou menos 80 pessoas, por isso a probabilidade de haver alguém que faça anos no mesmo dia que eu é muito baixa.
Alguém faz anos a 17 de Setembro?
Não??, pois …é pena...estavam passados!



sábado, 29 de março de 2014

Em 29 de março de 1998, foi inaugurada a maior ponte da Europa



Ponte Vasco da Gama

Lisboa



Em 29 de março de 1998, dois meses antes da abertura da EXPO'98, foi inaugurada a maior ponte da Europa e uma das maiores obras públicas realizadas em Portugal: a Ponte Vasco da Gama. Situada a oriente deLisboa, a nova ponte liga Sacavém ao Montijo. O início da obra ocorreu em julho de 1995, depois de uma primeira fase de planeamento que durou sensivelmente 3 anos. Durante este período, duas dezenas e meiade técnicos de quatro empresas produziram uma dezena de milhar de volumes com mais de 9000 desenhos no sentido de planear a nova ponte até ao mais pequeno pormenor.A Ponte Vasco da Gama é compostapor seis faixas de rodagem com piso anti-derrapante (estando previsto o alargamento para 8 faixas em 2008), 1200 candeeiros e centenas de pilares extremamente firmes, capazes de suportar impactos até quatrovezes e meia superiores ao terramoto de 1755. Por outro lado, as "asas" laterais do tabuleiros permitem uma melhor resistência ao vento, suportando rajadas até 220 quilómetros por hora.
A construção da Ponte Vasco da Gama, com 100 mil toneladas de aço e 730 mil metros cúbicos de betão, envolveu milhares de trabalhadores e custos na ordem dos 180 milhões de contos (897 836 214,7 euros).Desta verba, foram gastos 129 milhões (643 449 287,2 euros) na construção da obra propriamente dita, e os restantes 51 milhões (254 386 927,5 euros) em expropriações de terrenos, realojamento de pessoas eestudos de impacto ambiental. No total, a ponte tem um comprimento de 17,2 quilómetros, 12,3 dos quais em tabuleiros suspensos sobre o rio Tejo.
A sua construção mereceu o Prémio da Bienal Ibero-Americana de Arquitectura e engenharia em 2000.


Ponte Vasco da Gama. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2014. [Consult. 2014-03-29].