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sexta-feira, 13 de junho de 2014


    Premiados

Proveniente da Austrália, o Concurso Canguru Matemático sem Fronteiras, é realizado atualmente em 47 países e promove a divulgação da matemática, constituindo um complemento a outras atividades, tais como as Olimpíadas. Portugal, participou pela primeira vez em 2005 e a sua organização está a cargo do Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra com o apoio da Sociedade Portuguesa de Matemática.

Tendo como objetivo, que os alunos se divirtam a resolver questões matemáticas e que percebam que conseguir resolver os problemas propostos é uma conquista pessoal muito recompensadora, a nossa Escola, participou com 22 alunos, tendo os premiados ficado bem posicionados a nível nacional.


 Estão de parabéns, a Joana Veríssimo do 8º1ª, que conquistou o 1º lugar na categoria "Benjamim", a Inês Almeida, do 9º1ª, que obteve o 2ºlugar na categoria "Cadete" e o Lucas Lima do 9ºCE, com o 3º lugar, também na categoria "Cadete".


Fotografia realizada pelo Profº Rafael Pacheco
Colocámos à Joana Veríssimo, quatro questões muito simples. Vamos ver o que nos respondeu:
   

1ª - É uma pergunta comum, mas quando soube que ganhou o 1º lugar no Concurso Canguru Matemático, na nossa Escola, o que é que sentiu?

Joana: Senti-me feliz, mas nunca fui com a ideia de ganhar. O meu objetivo era aprofundar os meus conhecimentos e fazer uma coisa que gosto.


2ª-  Já tinha concorrido alguma vez a este ou a outro concurso matemático?

Joana: Sim. Às olimpíadas da matemática, o ano passado.


3ª-  O que a fez concorrer ao Canguru?

Joana: A motivação dos meus colegas e o meu gosto por matemática.


4ª - Sendo uma boa aluna a matemática, que conselho daria aos seus colegas, para adquirirem um bom desempenho nesta disciplina?

Joana: Na minha opinião, matemática não se estuda. Por isso acho que basta estar atento, nas aulas, para entender a matéria.

Joana, agradecemos a sua disponibilidade e em meu nome, em nome dos professores de matemática e dos alunos desta escola desejamos-lhe as maiores vitórias e felicidades para o seu futuro.


Parabéns aos Vencedores e um Bem-haja a todos pela Vossa Participação!



Profª Susana Martin Tenreiro









quarta-feira, 11 de junho de 2014

Grupo de voluntariado da Fonseca presente na Festa da Criança

"No dia 1 de junho, parte do grupo de voluntariado esteve presente na “Festa da Criança” promovida pela Junta de Freguesia de Alcântara para a venda de sabonetes realizados pela turma do 10 PQ. O valor angariado foi convertido em bens alimentares que foram entregues à IPSS Pro Alcântara."






Fonseca em Ação...



"Nos dias 16, 26 e 27 de maio os voluntários "Fonseca em Ação" deram formação aos alunos do 4º ano de escolaridade da Escola Básica de Santo Amaro. Foi escolhida como a ação de voluntariado a confeção de bolachas de manteiga, que foram entregues aos idosos do Pro Alcântara, para complementar um dos seus lanches convívio na Associação."







 




Mais voluntariado na Fonseca...


"Recolhemos entre março e maio 270 Kg de papel que foram entregues ao Banco Alimentar. 
Agradecemos à Junta de Freguesia de Alcântara o seu transporte."







O número  3 

"...Na Antiguidade, o número 3 era considerado como símbolo da criação perfeita e da unidade divina. De facto, é como se no interior do homem existisse uma tendência para agrupar as conceções da mente em tríades; por exemplo, tendemos sempre a repetir um esforço três vezes antes de desistir. Nos anais mais antigos encontram-se muitas referências a esta estrutura ternária: três tesouros, três vozes, três admoestações, três provas, etc.
 

Para os gregos, o 3 era o primeiro número ímpar e masculino (considerando que a unidade era mais um princípio do que um número). O 3 é também o primeiro número triangular. Estes números triangulares, ou as suas imagens geométricas sob a forma de uniões entre três pontos, proporcionam o princípio geométrico de formação e crescimento de todas as figuras regulares planas de duas dimensões e sólidas de três dimensões. Os gregos associaram-no ao triângulo, devido ao facto de se tratar de uma figura geométrica com três lados e três ângulos.

Por outro lado, o 3 é um número omnipresente nos relatos mitológicos da Aniguidade: por exemplo, existem três Fúrias nas regiões infernais, três Moiras, três Graças....


...No Antigo Egito, os deuses ou entidades com propriedades divinas agrupavam-se em tríades... Já no Génesis(18:1-19) se fala de três anjos que tomaram a forma humana e apareceram a Abraão. Mas é no final do Talmude que proliferam as referências ao 3, podendo ler-se o seguinte: " Os nossos rabis ensinaram que o Santíssimo, bendito seja, todos os dias chora por três tipos de pessoas: pelo que pode estudar a Torá e não o faz; pela que não tem capacidade suficiente para estudar o Torá e, apesar disso, o faz; e pelo governate que governa a comunidade com prepotência." No mesmo livro diz-se ainda: " Há três pessoas que o Santíssimo, bendito seja, louva todos os dias: o solteiro que vive numa grande cidade e não peca; o pobre que devolve um objeto perdido ao seu dono; e o rico que paga os dízimos sem se gabar". O 3 também está presente quando se trata de distribuir castigos e recompensas: "Todos os que descerem ao inferno subirão, exceto três, que descerão mas não subirão. Estes três são:o que comete adultério com a mulher casada; o que envergonha o seu próximo em público; e o que usa para o seu próximo um apoio insultuoso"...

.... Na liturgia e doutrina cristã, o 3 é um número de sorte e cheio de significações. Três são os elementos da Santíssima Trindade: Deus Pai, Deus Filho e o Espírito Santo; os pecados principais: avareza, luxúria e orgulho; e as três formas de pagamento: jejum, esmola e oração; as pessoas ofendidas pelo pecado: Deus, o próprio pecador e o seu vizinho; os graus de penitência: contrição, confissão e expiação; as virtudes teologais: fé, esperança e caridade; Os inimigos da alma: o demónio, o mundo e a carne; e foram três as vezes que Pedro renegou Cristo, para dar exemplos de referências trinitárias que aparecem já no cristianismo primitivo.

No mundo Celta, as tríades e a triplicação surgem contínuamente. As coisas são perguntadas três vezes, as deusas apresentam-se de três em três... acredita-se que o número 3 reforça o seu poder...
Para os celtas, três vezes a idade do cão é a idade do cavalo; três vezes a idade do cavalo é a do homem; três vezes a idade do homem é a do veado; Três vezes a idade do veado é a da águia...

É possível que por trás da tríade, que se encontra praticamente em todos os povos, esteja o esquema da família: pai, mãe e descendente ("três formam uma sociedade" era uma máxima jurídica baseada no direito romano). Talvez também uma forma de pensar em ciclos de três: princípio, meio e fim; ou tese, antítese e síntese. O fato é que o 3 é um número de extraordinário dinamismo e riqueza simbólica..."



                                                                                                                        Números Notáveis
                                                                                                                         Lamberto del Cid

http://clubedematematicadafonseca.blogspot.pt/

segunda-feira, 9 de junho de 2014

domingo, 8 de junho de 2014

Revivendo a "Fonseca"


UM SÉCULO…

…MEIO SÉCULO

Neste ano em que é comemorado o centenário da "Fonseca", onde regressei há cerca de quatro anos como professor, dá-se o acaso de comemorar os meus cinquenta anos da minha entrada nesta escola como aluno.

Lembrei-me então de reviver esses anos a partir de 1964 e de os dar a conhecer a todos (grande parte dos quais ainda nem seria, provavelmente, habitante deste planeta).
Tinha concluído o então Ciclo Preparatório na Escola Manuel da Maia, morava junto à Calçada da Estrela, e, o meu transporte passou  a ser num destes…



o “38”, da Estrela ao Calvário


A escola era assim…

 


…e o Curso era o Industrial de Montador Rádio Técnico, “raridade”   que só existia, à data da minha entrada, para além da "Fonseca", na Casa Pia, em Belém, e, na Escola Industrial Infante D. Henrique, no Porto. E ainda tinha particularidades como, ser de 4 anos (todos os outros cursos industriais eram de 3…), e  ser necessário ter uma  certa média na nota de Matemática do Ciclo para nele se conseguir ingressar.


Sem quere ser “aborrecido”, vou enumerar as disciplinas que tive de  frequentar durante esses quatro anos:

De carácter geral:
- Português; Inglês; Matemática; Elementos de Física e Química.
De cariz técnico:
- Elementos de Electricidade; Noções de Electrónica: Matemática Aplicada; Princípios de Telecomunicações;  Tecnologia Mecânica; Tecnologia de Rádio; Legislação e Segurança; Desenho de Construções Mecânicas; Desenho Esquemático.
Na área laboratorial:
- Laboratórios de Electricidade; de Medidas; de Rádio.
Na área oficinal:
- Oficinas de Serralharia; de Electricidade; de Rádio Montagem; de Rádio Reparação.
Uff… Desculpem se os incomodei com a descrição, mas o incómodo foi maior para mim que as tive de fazer todas… E, naquele tempo, todas tinham, obrigatoriamente, um exame final… a não ser que se obtivesse nelas uma média igual ou superior a 14 valores, que nos dispensava de tal obrigação.


Mas há que recordar alguns dos professores que por lá trabalhavam. Os "mestres” Caldeira e Mourinho, nas Oficinas de Serralharia, que nos “obrigavam” a um ritual fatal como o destino. O de, nas aulas dos Sábados de manhã (não, não é engano meu… havia mesmo aulas ao Sábado…), por sermos a última turma a ter aulas, vermos a caderneta ser aberta, aleatoriamente, nas folhas de dois ou três infelizes alunos a quem caberia a tarefa de limpar todo o espaço oficinal… E de que forma tal limpeza era efectuada. Após serem estrategicamente colocados lenços sobre a boca e nariz, era espalhada por todo o pavimento serradura molhada contida nuns “levíssimos” baldes, para  não ser levantado pó aquando da varredura que finalizava o serviço!  Gostava de ver os nossos alunos de hoje serem solicitados para isto… Mas, regressando à recordação dos professores que tivemos, referirei o Dr. Salvado Sampaio em Português, o Eng. Carmona Pessoa em Matemática Aplicada ( da Standard Electric, na época na Junqueira), com um vocabulário “sui generis” da sua origem portuense… O Eng. Vito de Oliveira, da então Emissora Nacional, em Laboratórios de Rádio, o qual, de forma curiosa, era auxiliado por um antigo aluno  que concluíra este mesmo curso no ano anterior, o meu amigo e “mestre” Gante. Para terminar, uma figura que era emblemática da escola, meu professor de Oficinas de Rádio Montagem, e, de Rádio Reparação, nos terceiro e quarto anos. O “mestre” Fonseca! Não  tinha apenas o mesmo nome que a Escola como parecia fazer,desde sempre, parte dela! Ficam muitos por referir, mas foi há 50 ANOS!!!




Mas, nem só em trabalho pensávamos. Nos primeiros anos vi,nos intervalos para o almoço, serem abertas a dinamite, com explosões surdas abafadas pela rocha previamente e profundamente perfurada para a albergar, as fundações para os pilares do que se apresenta nas figuras seguintes.
 



Recordar, com saudade (já não existe), o snack-bar e restaurante “Golo”, no Largo do Calvário, onde, além de saborear amiúde os  excelentes “bitoques” que lá eram apresentados ao cliente, fiz  também a minha formação em Bilhar Simples, às Três Tabelas, e, “Snooker”. Formação FUNDAMENTAL!!!














A” formação” em matraquilhos e ténis de mesa (a Escola não os tinha…) ficou reservada para a  sede do Atlético, na altura, por cima de um banco, no Largo de Alcântara.
Muitos foram, igualmente, os passeios até à Gare Marítima de Alcântara, quando se dava o caso de não termos alguma aula…

Enfim… tempos que já lá vão e que, reparo agora (caramba!), há muito mais do que tinha dado por isso!

Será que estou a ficar velho !?!

Mário Almeida, Junho de 2014

sábado, 7 de junho de 2014

7 de Junho de 1494, Portugal e Castela assinam o Tratado de Tordesilhas.


´


O acordo pôs termo a longas disputas acerca da jurisdição das terras novamente descobertas e a descobrir, disputas que fizeram com que as duas coroas peninsulares recorressem ao papa Alexandre VI, que serviu de árbitro e marcou a linha divisória que deveria ser respeitada pelos dois reinos, como consta da bula Inter coetera, de 4 de Maio de 1493.
 D. João II não aceitou os termos da bula, o que leva a supor que ele já então tinha elementos para saber que ela não lhe era favorável, tanto mais que a linha divisória que resultou do acordo com os reis católicos - que renunciaram à linha traçado pelo papa-, se ajusta perfeitamente à inclusão do espaço do Brasil na parte portuguesa. 


O Tratado de Tordesilhas foi ratificado pelo papa Júlio II em 1506.

Torre do Tombo

Hoje, na Feira do Livro...

LUIS SEPÚLVEDA NA FEIRA DO LIVRO DE LISBOA 2014



"História de um caracol que descobriu a importância da lentidão"  é  um "bestseller" em Portugal.




sexta-feira, 6 de junho de 2014

1ª FEIRA DO LIVRO DE LISBOA REALIZOU-SE EM 1930...


 na  Praça D. Pedro V, no Rossio.











SONS DO MUNDO - ENTRADA LIVRE

 
 
 
 

O desembarque de 6 de junho de 1944 na Normandia


DIA D

 6 de junho de 1944


Em 6 de junho de 1944, o chamado "dia D", as tropas aliadas desembarcaram no litoral da Normandia. Essa colossal operação logística foi fundamental para enfraquecer consideravelmente o exército alemão. 
Na Normandia, ainda podemos observar diversos resquícios desse acontecimento histórico e da batalha que o sucedeu, prelúdio da libertação da França.






france.fr - O website oficial da França

quarta-feira, 4 de junho de 2014

terça-feira, 3 de junho de 2014

poemas breves...




IV

Engenheiro?

Não trago o sonho exato

Na diagonal das noites retangulares.


V

MONOPARTIÇÃO

Ouve irmão

Eu trago em mim

O culto das coisas tristes

Religião de me lembrar

Que não existes



VI

Poema de Natal

É Natal, Natal de insónia

e estou de luto

- lágrima de orvalho derramando

um sorriso de escorbuto

                                                                                   João Reis

domingo, 1 de junho de 2014

A 1 de Junho de 1890, morre Camilo Castelo Branco.




Biografia:http://www.vidaslusofonas.pt/camilo.htm



Atual casa da Rua da Rosa, em Lisboa, onde nasceu o romancista. Foto: Sara Carvalho
                  

"Amor de Perdição" de Camilo Castelo Branco.


Não deixe de ler o livro  "Amor de Perdição" de Camilo Castelo Branco.

Pode optar pela leitura impressa ou digital.

A escolha é sua, mas não deixe de ler...


Impressa: (BE)

Capa Amor de Perdição

DIA DA CRIANÇA


"(...) Grande é a poesia, a bondade e as danças... 

Mas o melhor do mundo são as crianças (...)"

Fernando Pessoa





Declaração dos Direitos das Crianças

sábado, 31 de maio de 2014

TEATRO: entrada livre...

cabeçalho


1 JUN 2014
11h30 | 16h

SALÃO NOBRE | ENTRADA LIVRE

King Kong – Quem é o Monstro?

O TNDM II celebra o Dia Mundial da Criança com um espetáculo que promove o encontro de toda a família em torno do teatro de marionetas. King Kong – Quem é o Monstro? recupera a criação de sonhos visuais, própria do teatro de marionetas, uma cosmogonia onde o maravilhoso está presente lado a lado com os monstros mais hediondos. Na sua génese e ainda atualmente, o cinema pede emprestadas as técnicas do teatro de marionetas para dar vida a inúmeras personagens fantásticas: Godzilla, Yoda, King Kong e muitos outros.
Esta é uma aventura para ser vivida no outro lado. King Kong foi o primeiro filme com um monstro gigante que nasceu no cinema. Para este filme, foram utilizados bastantes efeitos especiais. King Kong faz parte da nossa cultura comum, o mito do selvagem livre de natureza desconhecida. O monstro contra a civilização. O puro contra o lucro. Reescrever esta história para uma peça de marionetas é um desafio. Torná-la pequena mas dar-lhe uma grande interpretação. Contar uma história ao ritmo de um filme, contar com os olhos do público como se fossem câmaras e utilizar os clichés do filme impressos nas suas mentes.
Um cenário pequeno, dois marionetistas e muitos efeitos especiais em direto durante 45 minutos de aventura.

criação Yiorgos Karakantzas e Amândio Anastácio
direção artística Yiorgos Karakantzas
assistência de direção Ildeberto Gama
atores / manipuladores Amândio Anastácio e Susana Nunes
cenografia e marionetas Ildeberto Gama, Amândio Anastácio e Yiorgos Karakantzas
construção de marionetas Susana Malhão e Amândio Anastácio
construção de cenário João Evaristo Sousa
desenho de luz e máquinas de projeção João Sofio
música João Bastos
produção Susana Malhão
tradução e adaptação Adelina Cristóvão e Ildeberto Gama
coprodução Alma d’Arame e Anima Theatre
M/6


Notas:
- Os bilhetes serão disponibilizados na bilheteira do TNDM II no próprio dia, a partir das 10h30 para a sessão das 11h30 e a partir das 15h para a sessão das 16h.


- O levantamento dos bilhetes está sujeito à lotação disponível. Não se aceitam reservas.

FESTAS DE LISBOA - 2014

LISBOA  prepara-se para o manjerico e para a sardinha...


AFestas de Lisboa começaram a 30 de maio e terminam a 3 de julho.

programa das festas de lisboa 2014

Workshop de Literatura e Música “O Som das Narrativas” por Anabela Duarte em Lisboa, a partir de 16 junho


“A transmutação é o fundamento geral e universal do mundo…. Trabalhar na transmutação, na transformação, na metamorfose, é obra própria nossa".

Herberto Helder




O curso tem por objectivo captar o interesse dos alunos e do público para a dimensão músico-literária das diferentes narrativas, criando uma alternativa e um complemento original à tradicional análise literária. Para isso, oferece um conjunto de ferramentas de exploração músico-literária que, constituindo um veículo educacional contemporâneo e alternativo, irá permitir alargar o espectro sensorial e cultural dos participantes, tornando-os mais receptivos a linguagens outras e a diferentes percepções do material explorado.
Lou Reed, Laurie Anderson, Diamanda Galás, John Zorn, Edgar Allan Poe, Paul Bowles, entre outros. O curso tem suporte audio-visual.
Data: 
16-20 de Junho; 23-25 de Junho [17h-20h] | 26 de Junho [16h20h]. Inscrições até 2 de Junho.
Local: Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Organização:CEAUL (Centro de Estudos Anglísticos da U de Lisboa)

MAIS INFORMAÇÕES: 

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Apoio ao estudo de português - 9º ano de escolaridade

  Ruy Belo
Poeta e Ensaísta


1933 -1978
Ruy Belo nasceu em S. João da Ribeira, pequena aldeia do concelho de Rio Maior, em 1933. Foi aluno do liceu de Santarém e cursou Direito, primeiro na Universidade de Coimbra, depois na Universidade de Lisboa, onde se diplomou em 1956. De partida para Roma, doutorou-se em Direito Canónico na Universidade de S. Tomás de Aquino. Em Lisboa, viria a frequentar também a Faculdade de Letras, terminando em 1967 a licenciatura em Filologia Românica. Além de actividade no domínio editorial, Ruy Belo foi também professor. Leitor na Universidade de Madrid desde 1971, regressou ao país em 1977, vindo a falecer de modo súbito no ano seguinte.
Nome de destaque na poesia portuguesa contemporânea, exerceu igualmente intensa actividade de ensaísta e crítico literário. Da sua obra poética fazem parte Aquele Grande Rio Eufrates (1961), Boca Bilingue (1966), Despeço-me da Terra da Alegria (1977).
A Obra Poética de Ruy Belo encontra-se reunida em dois volumes publicados pela Editorial Presença, com organização e comentários de Joaquim Manuel Magalhães. Os livros do poeta estão a ser reeditados pela mesma editora. Um volume único com toda a obra poética, significativamente intitulado Todos os Poemas, foi ainda recentemente dado à estampa pelo Círculo de Leitores (2000) e pela Assírio & Alvim (2001).
                                                                                 Instituto Camões
                                           
"Tudo era Possível"






"Muriel"


L'expression de la condition



Willy Denzey    "Et si tu n'existais pas"






Joe Dassin  "Et si tu n'existais pas"




quarta-feira, 28 de maio de 2014

29 de maio





Este dia foi criado em 1981 pela Direcção Geral de Energia, com o intuito de sensibilizar as pessoas e líderes mundiais para a grande necessidade de poupar a energia,  optando por energias renováveis e mais amigas do ambiente.

A produção e utilização da energia contribui para o efeito de estufa, pelo que é urgente aplicar uma política energética mais eficaz, sustentável e segura.


"Alkantara Festival" - consulte o programa...






Alkantara é uma organização de Lisboa que se dedica ao desenvolvimento das artes performativas em Portugal e num contexto internacional. 




Alkantara


terça-feira, 27 de maio de 2014

Premiados

                               


    Premiados 2014
Concurso Canguru Matemático Sem Fronteiras



  1º Joana Veríssimo (8º1ª)
                        Categoria Benjamim         
      
   2º Inês Almeida (9º1ª)

       Categoria Cadete  
            
     3º Lucas Lima (9ºCE) 
                                                                        
                                                                        Categoria Cadete            
 
                Consulta o site,   http://www.mat.uc.pt/canguru/   e sabe qual a tua posição a nível nacional.


            Participaram 3 alunos na Categoria Benjamim, 6 na Categoria Cadete, e 13 na Categoria Júnior.

                              Parabéns a Todos pela Vossa Participação!

Lançamento...

para quem preferir a literatura policial...





"A Rapariga Inglesa" é o novo romance do norte-americano Daniel Silva, que mais uma vez apresenta uma história com o seu protagonista preferido, o espião e restaurador de arte, Gabriel Allon. 

O livro, uma edição Bertrand, está disponível, desde o dia 2 maio, nas livrarias.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Publicado despacho de Organização do Ano Letivo 2014/2015

Foi publicado hoje em Diário da República o Despacho de Organização do Ano Letivo 2014/2015. O anúncio foi feito pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC) ao final da manhã.
por Helder Robalo
DN Portugal

 Despacho disponível para consulta: http://dre.pt/pdf2sdip/2014/05/100000000/1344813455.pdf

POEMAS BREVES


I




Início
Desta página em diante
Vou amar-te poesia.
E o meu amor será
Esperança de vinho em mosto
Lágrima de suor…
Sem rosto.

II

É noite…
E quem dera que a noite fosse de música
Para desespero da cidade adormecida.
Ah, mas eu não caio nas garras do sono
- Sou Poeta!
                               
                                               João Reis

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Hoje, 22 de maio, "dia do autor português".

Urge que se conheçam os nossos autores.

Valorize-se, "saboreando" a nossa literatura.

Passe pela nossa Biblioteca... 

requisite um livro de um autor português.

 
 
 
 
 

quarta-feira, 21 de maio de 2014

A 84.ª Feira do Livro de Lisboa abre as suas "portas" de 29 de maio a 15 de junho

Lisboa Feira do Livro com novos pavilhões e "Picnic Literário"



Feira do Livro com novos pavilhões e Picnic Literário

A 84.ª Feira do Livro de Lisboa funcionará, de segunda a quinta-feira, das 12:30 às 23:00, às sextas-feiras e na véspera de feriados, das 12:30 às 24:00, ao sábado, das 11:00 às 24:00 e, aos domingos e feriados das 11:00h. às 23:00h.
Como em 2013, haverá uma "happy hour", a decorrer de segunda a quinta-feira, das 22:30 às 23:00, durante a qual as obras com mais de 18 meses de preço fixo estarão sujeitas a descontos de 50%.

  "Notícias ao Minuto"