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terça-feira, 4 de novembro de 2014





De Professor para Professor
 
 
“Ser professor,
(Porque tudo na vida tem dois lados)
É privilégio de ser um ator
No palco de um colégio
E fazer cenas de amor
Tornar-se autor,
Mágico e aprendiz
Fazer contas, contos e poesias
Trazer o mundo e a vida
Na ponta de seu giz.
Ser professor,
É não morrer jamais
É renovar a vida
Em cada dia,
Em cada aula,
Em cada aluno,
É aprender sempre
Cada dia mais.
 
Nada pode ser maior
Do que, sempre insatisfeito,
Querer sempre ser melhor
E fazer tudo direito
Estudar, ler, pesquisar
E nunca estar satisfeito
Isso não é dado a todos
Só alguns têm o direito.
 
Porque ser professor
É ser um misto de tudo
De ator, de mago, de autor
De piloto, estudante, condutor
E ser quase certo,
Meio louco ou seja lá o que for
Mas antes e acima de tudo
É um OPÇÃO DE AMOR !”
 
Leo Akio Yokoyama
 

Almoço comemorativo do centenário da nossa escola, no dia 22 de novembro de 2014, organizado pelos "antigos alunos"




Almoço/convívio "Festa Centenária" da nossa escola - "Traz outro colega contigo"!


domingo, 2 de novembro de 2014

No dia Mundial da Música, dia 1 de outubro, na nossa Biblioteca Escolar...


A nossa Biblioteca divulgou, envolveu, articulou e avaliou...

Alunos do 11º e 12º PQ


Autora do cartaz - Prof. Fátima Ponte

Atividades: Visionamento do filme "Os Coristas"



Ilustração do painel "A Música é a arte dos Sons"




 Objetivos:

- Desenvolver um trabalho articulado entre a Biblioteca Escolar e as disciplinas de português e de área de integração     
                    
- Sensibilizar os alunos para os benefícios da música     






Elaboração do Painel -"A Música é a Arte dos Sons"
As professoras Elsa Matos e Fátima Ponte incentivam os alunos do 11ºPQ.

Alunos do 11º PQ
                                      


 Avaliação da atividade




Tratamento dos dados - Prof. Mário Almeida

sábado, 1 de novembro de 2014

sugestão musical...



26ª Temporada de Música em São Roque... não perca esta oportunidade...



26 Temporada de Música em São Roque
Local: Lisboa



Entre 17 de outubro e 9 de novembro, a Santa Casa da Misericórdia promove mais uma edição da Temporada de Música de São Roque, sob a direção artística de Filipe Carvalheiro.
O cartaz é constituído por 12 concertos: Sofia Lourenço, Ensemble Bonne Corde, Arte Mínima, Capella Sanctae Crucis, Trio Pangea, Ludovice Ensemble, Coro Gregoriano de Lisboa e o Ensemble MPMP. Revela igualmente jovens talentos, com a apresentação da Escola de Música da Nossa Senhora do Cabo e da Escola de Música do Conservatório Nacional.
Nesta temporada, que pretende atrair novos públicos, o Mosteiro de Santos-o-Novo e o Convento de São Pedro de Alcântara juntam-se aos cenários privilegiados da Igreja e ao Museu de São Roque. Habitualmente encerrados, estarão abertos ao público antes dos concertos, para visitas guiadas.
A programação deste ano alia, assim, o contínuo apoio à difusão da música portuguesa, antiga e contemporânea, à descoberta do relevante património arquitetónico e artístico da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.


para os alunos do 9ºano


Após a leitura do conto "A torre da má hora" de Manuel da Fonseca, prepara-te para a sua leitura orientada.
                                          
 LEITURA ORIENTADA - 1ª parte

1- Fixa a tua atenção no plano narrativo que se desenrola no "lancil do largo".

1.1- Identifica as personagens que se encontram nesse espaço.


1.2- Identifica as personagens que se encontram no largo.

1.3- Classifica-as quanto ao relevo que têm na ação.

1.4- Campanelo é um bom contador de histórias. Em que consiste a sua técnica?

1.5- Que elementos do espaço físico são observáveis a partir do largo?

1.6- Situa no tempo o episódio do largo.

1.7- O  tempo e o espaço referidos terão influência nas reacções das crianças? Justifica a tua opinião.

Quem foi Manuel da Fonseca?



Nasceu em Santiago do Cacém, Alentejo, no dia 15 de outubro de 1911.

Tendo vindo estudar para Lisboa, dedicou-se ao jornalismo e à literatura.

Nos seus livros recriou os ambientes que viveu na infância e adolescência, no espaço rural alentejano...


Saiba mais, através do link: http://www.vidaslusofonas.pt/manuelfonseca.htm

Conheça mais um conto de um grande escritor português, Manuel da Fonseca.


"A Torre da Má Hora" 









Debaixo das estrelas, sentado no lancil do largo, Campanelo conta a história da Torre da Má Hora e os meninos estão, de roda, escutando. E, enquanto a sua fala vagarosa arrasta todos para longe, tira do bolso da jaqueta a onça e o livro de mortalhas e enrola um cigarro.
Os olhos das crianças abrem um silêncio tão grande que só se ouve a voz do homem e o dobrar do papel nos dedos grossos.
Voz e cigarro, vai tudo vagaroso, sem pressas, porque a história ainda está no princípio, assim como a noite. E pára, soprando a primeira fumaça. Agora mesmo espalmou as mãos sobre os joelhos dobrados e deixou os meninos mexerem-se, chegarem-se mais para perto, nervosos, adivinhando que a história vai tomar-lhes todo o interesse.
Aos olhos e ouvidos abertos, Campanelo demora as sílabas:
- Ora a fada disse: "Só lá há-de chegar quem para trás não olhar!..." Ia, pois, o menino andando, andando, quando avistou, a uma grande lonjura, a Torre da Má Hora!... muito alta e negra!...
Neste momento, a Lua, rompendo por detrás das muralhas do castelo, ilumina o largo. Os rapazinhos olham a Lua, a sombra das ruas e a cal branca das casas espantadas, na noite quieta.
ó o rapazinho do bibe preto fica imóvel - esguia e negra, nos seus olhos, desenha-se a Torre da Má Hora.
 E se ele olhasse para trás com medo dos gemidos e dos vultos que andavam na floresta?...Campanelo, se ele olhasse para trás?
O homem, tirando o cigarro da boca, alonga a voz:
- Ficava transformado numa estátua de pedra como o Príncipe Sem Coração. Olhar para trás e ter medo!
Como o homem se calasse tão bruscamente, o rapazinho faz estremecer os outros com a sua grande ansiedade:
- Continua lá, continua lá, Campanelo!
E vem-lhe à ideia - só agora, depois de tanta vez ouvir o Campanelo - que a sua vida é tal qual como a do menino que não tinha pai nem mãe e ia sozinho pelo mundo. Parece-lhe que outra voz lhe está soprando ao ouvido um cicio triste e lento...
Como os companheiros do largo, cresceu ao deus-dará. Decorou tudo, léguas em redor da vila, correndo estradas e caminhos velhos, atravessando renques de piteiras que cercam as vinhas, à mercê de um tiro de sal pelas pernas. E nem os muros altos, com os cães de guarda ladrando dentadas, defendiam o que houvesse para lá da sua curiosidade. Só quando subia às árvores na mira de ninhos e descobria algum, tão pequeno, com quatro biquinhos abertos, sequer lhe tocava e logo o esquecia, baloiçando nos ramos, feliz de se ver tão alto. E, nos barrancos, desertos por longe da vila, descobria esconderijos tão disfarçados e fáceis que, quando jogava aos "guardas e ladrões" (ele era sempre "ladrão"), nenhum "guarda" o conseguia prender.
Como o menino que Campanelo conta, ele também se sentia, às vezes, extenuado de andar atalhos e matos. Então, estendido à sombra de uma copa, deitava a nuca sobre as mãos cruzadas. E todo o silêncio dos campos, que ele agitara até àquele momento com o rumor dos passos e dos gestos, se aquietava, caía sobre ele, tão largo que daí a pouco se julgava adormecido. Adormecido e de olhos abertos para as coisas que o cercavam. Principalmente para a planície, ondulando na sua frente. No horizonte ensombrado, parecia-lhe haver qualquer coisa de misterioso como na floresta que Campanelo compõe cheia de gemidos e vultos. E esse mistério prendia-lhe os olhos.
Muita vez os companheiros do largo vinham desinquietá-lo. Ele, como resposta, apontava para longe com o braço estendido:
- Não vêem? Além!...
Mas os meninos não gostavam de olhar aquelas distâncias. Até o Tóino, uma tarde, quando uma trovoada fazia noite muito para cá do horizonte e se abriu em faíscas que iluminaram de branco o rés das terras, até onde nunca tinham alcançado, e ele, puxando-lhe o braço dissera: -Olha!... -o Tóino não pôde conter aquela expressão de pavor:
- Como o mundo é grande!...
Só quando o entardecer levou a trovoada e os longes, viu que estava sozinho. Por cima, o céu era ainda muito claro, mas a terra escurecia e o Tóino fugira. Então, nem podia correr; deixava cair os pés pelo inclinado da encosta abaixo. E, assim, ia entrando na noite que saía da terra.
Somente nesses momentos não aparecia a fada do conto a dizer-lhe: "Vai. Lá longe, numa torre negra, está uma menina encarcerada. E tu, que nada tens no mundo, se conseguires libertá-la, terás tudo o que desejas. Mas é preciso que nunca olhes para trás! Oiças o que ouvires, nunca olhes para trás!"
Noutros dias era diferente. Parecia que alguém lhe tinha ordenado: "Vai e não olhes para trás!" Corria, corria e não se cansava. E descobria coisas tão novas e extraordinárias que nem tinha tempo de pensar, e quase sempre a noite lhe caía em cima, de surpresa, com a vila a grande distância.
Logo, com uma pedra pronta ao que desse e viesse, o rapazinho crescia tanto pelo escuro da estrada fora que, quando entrava no largo, sentia-se homem chegado de aventuras! Só à luz dos candeeiros lhe vinham à ideia as suas descobertas. E, àqueles que o olhavam admirados, dizia:
- Descobri um sítio!
Todos faziam perguntas, rodeavam-no cheios de interesse. Alguns tiravam as mãos dos bolsos num jeito de expectativa. Mas o rapazinho só sabia responder-lhes cheio de certeza:
- É um sítio que nunca vocês serão capazes de descobrir!
E, rua acima, direito a casa, levava com ele os olhos de todos e aquele mistério do sítio que não contara.
A avó, mal o via, achava que era tarde e, mesmo da janela, perguntava-lhe de onde vinha. Sem saber explicar de modo que ela compreendesse o que ele tinha visto e sentido, respondia-lhe sempre:
- Venho do largo, avozinha.
Assim ia crescendo ao deus-dará, como o menino da história, que não tinha pai nem tinha mãe. Que a partida dos pais confundia-se na sua saudade com a morte do irmão. O bibe preto era, para ele, o luto de três mortes. E desta tristeza que se ia desvanecendo, mas às vezes voltava tão sentida que o deixava desorientado como uma pedrada na cabeça, tirava forças para correr mais que todos os rapazes do largo.
Como o menino das falas de Campanelo, ele era o que a sorte e a sua vontade queriam. Mas sempre tão para lá de onde as suas pequenas forças davam que, ansiado de correr, só descansava jogando os olhos de cima das muralhas do castelo, pelo raso das terras, para o lado por onde os pais haviam partido... Mas a fada não chegava com a sua vara de condão a ensinar-lhe o caminho: "Vai e não olhes para trás!" E as velas dos moinhos das Cumeadas giravam na sua frente, giravam pelo céu, lentas como o desânimo triste de cabeças que tombam por detrás das grades de uma cadeia.
O rapazinho sentia um grito doer-lhe na garganta. Saltava da muralha, corria pelo cerro abaixo. O seu desejo era correr para longe, à espera da noite e do sono. Mas, parava no largo, já exausto. E queria brincar aos jogos que os outros jogavam, aturdir-se de saltos e lutas violentas. Logo, à menor contrariedade, fazia discussão. Brigava com o primeiro que se opusesse à sua vontade.
As mulheres chamavam os filhos. "Que fossem para outro lado, que não os queriam com ele." Mal os rapazinhos se iam, uma força impossível de conter agitava-lhe os braços: corria-os à pedrada.
De todos, só o Tóino não fugia. Ficava, de longe, a olhá-lo.
Uma tarde, a Chica Nora veio sobre ele, a repreendê-lo. Como o rapazinho ficasse, quieto, a desafiá-la com os olhos, ela deixou cair a mão, secamente.
O rapazinho sentiu a cara arder e o peito abrir-se violentamente. Atirou o braço com quanta força tinha. Viu a pedra cair para o chão, rolar, a mulher levar a mão à testa, um fio de sangue escorrer-lhe pela cara, e fugir aos gritos, para casa.
Até dessa vez o Tóino desapareceu e ele ficou, sozinho, no meio do largo.
Correu a contar ao avô. Contou cheio de dó pela mulher e pelos moços do largo. Disse tudo tal qual: a saudade dos pais; os moços que não queriam brincar com ele, e a bofetada, e a bofetada!
O avô esteve muito tempo calado. E o rapazinho continuava no meio da casa de cabeça caída para o peito. Estava sem palavras e sentia-se mais triste que nunca quando o avô lhe gritou:
- Levanta a cabeça e não chores!
Ergueu o queixo, arrepiado de súbita alegria.
- Um homem nunca chora! Vem.
Só ouviu a avó perguntar o que era, onde iam. Mas o avô não a viu nem ouviu. Fechou a porta, do modo que sempre costumava fazer, e desceu a rua a seu lado.
No largo e à porta da mulher estava gente. No meio de um grupo viam-se os braços do Jacinto Nora gesticulando. Mal viu o avô e o neto, atirou o chapéu ao chão, afastou os homens que lhe ficavam em frente.
O rapazinho agarrava uma pedra com tanta força que lhe doíam os dedos. Sentia as arestas do calhau entrarem-se-lhe na carne e não podia deixar de apertá-lo cada vez mais. "Ai do Nora se avançasse um passo do sítio onde estava!"
Mas a voz do avô pareceu-lhe que se cortava toda nos dentes cerrados:
- Jacinto Nora, se tocares no meu neto, nem que seja num cabelo do meu neto, mato-te como a um cão danado!
O homem aquietou-se, indeciso. Era alto e forte, a barba cerrada, a camisa aberta no peito abaulado. Mas o avô, apesar de velho, também era alto e tinha aqueles olhos fixos e fundos e o rosto tão marcado de dureza como se fosse de pedra.
O rapazinho sentia que qualquer coisa de terrível se estava passando. Um prazer ansiado ergueu-lhe as sobrancelhas; cresceu ao lado do avô. Ouviu-lhe a voz, demorada e longínqua, ecoando no silêncio do largo:
- Mato-te como a um cão!
O grupo abriu uma larga clareira. Os dois ficaram sozinhos, frente a frente. Uma mulher gritou.
O velho estava branco e quieto, os braços levemente abertos, o rosto devastado. Jacinto Nora desviava os olhos, baixava a cabeça. Perante aquela força poderosa, Jacinto Nora deu um passo, levou as mãos à cara. Assim, curvado, entrou em casa.
Só então o menino respirou. Doía-lhe o corpo todo. Quis abrir a mão e não pôde. E foi pôr-se diante do avô, a olhá-lo como se ele fosse o único ente vivo, no mundo.
E à voz de Campanelo, que o leva à porta da Torre da Má Hora, tudo isto se agitara nele.
- Campanelo, meu avô nunca olhou para trás!
De roda, todos ficaram surpreendidos. O homem fitou-o algum tempo, depois disse:
- Sim, o teu avô nunca olhou para trás. É um homem.
E voltou ao conto sem o desfitar. Parecia que só a ele contava a história da Torre da Má Hora.
- Da Torre da Má Hora quem for cobarde não torna!
- Campanelo, meu avô foi lá e voltou!...
-...Então, o menino forçou a porta chapeada de ferro e entrou pelo corredor. Era um silêncio tão grande que punha os cabelos do menino arrepiados... quando, nisto!...
E Campanelo, sem desfitar o rapazinho do bibe preto, acaba a história de outro modo. Depois de todos os perigos, já o menino traz a rapariga pelo corredor fora, a velha aparece e, com a ajuda de um gigante, prende-o a correntes, numa parede. O menino preso a correntes, numa parede!...
Foi uma aflição pelos rostos das crianças.
Campanelo vê o rapazinho do bibe preto erguer-se com os olhos rasos de água. Segue-lhe a mão estendida e ouve-lhe a voz esgarçada:
- Campanelo, onde é a Torre da Má Hora?!...
Sorrindo, o homem aponta ao acaso o largo, as ruas da vila, os campos.
- Sei lá... Em qualquer parte. Mas, olha, tu és como o teu avô: hás-de ir e voltar da Torre da Má Hora.
E, no círculo dos rapazinhos, o menino do bibe preto, de pé, era mais alto que todos. Mais alto que Campanelo sentado no lancil do largo, debaixo das estrelas, na noite quieta.


                                                                                                         Manuel da Fonseca, in Aldeia Nova

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Halloween no Museu da Eletricidade em Lisboa


31 de outubro
a partir das 21h30

Entrada livre (não requer marcação prévia)





Hoje, o Museu da Eletricidade veste-se a rigor para receber o Dia de Halloween.
A partir das 21h30, o Museu ganha vida e convida o visitante a entrar no jogo Cluedo, o chefe da Central Tejo foi assassinado. Quem o matou? E qual a arma do crime?
Zombies, fantasmas, bruxas, lobos e muitos sustos prometem uma noite de mistério verdadeiramente assustadora no Museu, para todas as idades!

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Pintora, Escultora e modelo – Niki de Saint Phalle

Catherine-Marie-Agnès Fal de Saint Phalle, mais conhecida como Niki de Saint Phalle, artista franco-americana que nasceu a 29 de outubro de 1930, em Neuilly-sur-Seine, nos subúrbios de Paris. À imagem de Gaudi, Miró, Dubuffet e Calder a sua obra expressa a irreverência e a originalidade.
Ex-modelo fotográfico das revistas Vogue, Harper’s Bazaar e Life nos anos 40, a artista francesa notabilizou-se por inventar um mundo de cores puras e de firmes movimentos lúdicos. Soube inventar um novo mundo de cores puras, que são um hino à vida.
A sua série Nanás (que em francês quer dizer, moças) grandes bonecas que representam o mundo feminino, ganhou aclamação mundial. As suas esculturas são construídas com espelhos, vidro, plástico, tecidos e bronze.
Niki faleceu em 21 maio de 2002, em San Diego, Califórnia.

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Niki de Saint Phalle;  1969
Foto: Leonardo Bezzola

Escorpião e Veado“, pintura a óleo e objectos sobre contraplacado de madeira,  1956-1958, Museu de Arte Contemporânea e Moderna de Nice
Um dos seus grandes projetos públicos, o seu jardim de esculturas, O Jardim Tarot, inspirado no Tarots, foi concluída em 1998. O universo da artista inclui ainda outros materiais do tipo fibra de vidro, gesso ou tela de arame. São obras de impacto com ironia e humor, pontuadas por um alegre colorido, marcadas por expressivas e apoteóticas figuras femininas, redondas e generosas.
efemerides_Niki de Saint Phalle
The TAROT Garden,1960, Tuscany, Italy
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The lovers” – Tarot Garden, 1960
Black Nana, Niki de Saint Phalle
Black Vênus“, 1965 – 1967
Saint-Phalle_Niki_de-Hannover_Nanas_Sophie_Charlotte_Caroline.normal
niki_saint_phalle-adam_and_eve_arte e efemerides
1973, Hannover, Germany
Niki-de-Saint-Phalle-Monkeys-1
Monkeys, 1979
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Arbre Serpents (Serpent Tree)”, 1999
Niki_Sun_God
Sun God Vase”, 2001-03
niki-saint-phalle_NanaWithHandbag
Nana with handbag”, 2000-2001

O Diabo”, polyester pintado, 1985 – MAMAC
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O Anjo Protetor“,no Hall da Estação Principal de Zurique
Visitando o Centro Georges Pompidou é obrigatório visitar um dos espaços envolventes mais estimulantes, na Praça Stravins-ky, integrada nas margens da implantação do edifício. A instalação da fonte teve início em 1982, cinco anos depois da construção do “Centre National d’Art et de Culture”, e nela foram introduzidas 16 figuras criadas por Niki de Saint Phalle, a autora, em parceria com o escultor Jean Tinguelyem, em homenagem a Igor Stravinsky, recriando “A Sagração da Primavera”, composta por este compositor em 1913.
A articulação das peças é accionada através de uma engrenagem visível que movimenta uma grande boca vermelha, uma cabeça de elefante, uma serpente, um pássaro disforme, um coração multicolor e um chapéu de palhaço, numa combinação assumidamente lúdica e bem humorada.
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Fonte Stravinsky, Praça Igor Stravinsky, Paris, 1982-83
http://escolaamigadaarte.wordpress.com/2013/01/18/pintora-escultora-e-modelo-niki-de-saint-phalle/

Mariza recebe prémio internacional

    
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Mariza foi galardoada com o Womex 2014 por ter alcançado «novos patamares artísticos» na sua área musical. O Prémio foi atribuído em Santiago de Compostela.

Fundação Vieira da Silva comemora 20º aniversário

    
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O Museu da Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva (FASVS), em Lisboa, vai celebrar na quinta-feira vinte anos de abertura ao público com uma exposição que faz o balanço da atividade de duas décadas.
De acordo com a FASVS, as celebrações vão prolongar-se durante um ano com um programa que inclui a organização de conferências, a exibição de filmes e outras iniciativas que a entidade irá divulgar posteriormente.
A mostra – que assinala os 20 anos da abertura do museu e os 25 anos da criação da fundação em nome da artista e do seu marido, também artista — vai reunir obras de arte, depoimentos de artistas e curadores, artigos de imprensa, fotografias e outra documentação.
Fonte: Diário Digital / Lusa
Para mais informações

Prémio Camões será entregue,esta noite, no Rio de Janeiro.

A cerimónia de entrega do Prémio Camões 2014 acontecerá esta noite, no Rio de Janeiro, no Brasil, quando o secretário de Estado da Cultura do governo português entregará o galardão ao poeta brasileiro Alberto da Costa e Silva.



domingo, 26 de outubro de 2014

Hoje, 27 de outubro é o dia das Bibliotecas Escolares


Outubro é o mês Internacional das Bibliotecas Escolares


Para 2014, o Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares - RBE - estabeleceu 27 de outubro como o "Dia da Biblioteca Escolar", propondo o tema aglutinador - “A tua biblioteca escolar: um mapa de ideias”. 





Autora do cartaz: professora Fátima Ponte


A nossa BE associa-se a esta efeméride, lançando o desafio lúdico de promoção da leitura - "Atira-te ao Tejo", agendado para os dias  28 e 29 de outubro de 2014.

Nestes dias, deixa-te levar pelo sublime poder inspirador das Tágides e “Atira-te ao Tejo”.
Na profundidade das águas azuis e cristalinas, com a ajuda das ninfas, vais encontrar um tesouro especial, o teu…

Deixa-te surpreender, pois o “Tejo é sempre novo...


para além dos olhos…


Conferência: Da teatralidade popular brasileira ao teatro contemporâneo


na sala 0.06, piso 0, Ed. ID da FCSH-UNL (Lisboa)


27 de Outubro 2014


Grácia Navarro, professora do Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) apresenta no dia 27 de Outubro, às 10h30, na sala 0.06, piso 0 do Ed. ID da FCSH, a conferência "Da corporeidade e da teatralidade popular brasileira ao teatro contemporâneo". A conferência será seguida de uma roda de samba pela Cia Histriônica de Teatro <https://www.facebook.com/ciahistrionica> , às 12h30, no pátio da faculdade.
A iniciativa realiza-se no âmbito do Intercâmbio Artístico Cultural Brasil / Portugal em que está envolvida a investigadora Isabel Bezelga, coordenadora do grupo de Estudos de Teatro do IELT e encerra um programa que passa pelo Porto (14 a 16 de Outubro), Santa Maria da Feira (17 a 19 de Outubro), Évora (20 a 22 de Outubro) e Lisboa (23 a 27 de Outubro).

Organização:
Cia. Histriônica de Teatro, Instituto de Artes da Unicamp e Licenciatura em Teatro /DAC da Escola de Artes da Universidade de Évora
Coordenação Geral:
Grácia Navarro e Isabel Bezelga
Apoio:
SAS UÉvora, IELT, docentes e alunos da UE

Ana Paula Guimarães

Universidade Nova de Lisboa
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Instituto de Estudos de Literatura Tradicional - Patrimónios, Artes e Culturas
Avenida de Berna, 26 - C
1069-061 Lisboa, Portugal
Telefone: 21 790 83 00

No ano em que se comemora o centenário da publicação da revista Orpheu...


Manucure de Mário de Sá-Carneiro


31 OUT 2014
18h
BIBLIOTECA DA IN-CM (IMPRENSA NACIONAL-CASA DA MOEDA)

ENTRADA LIVRE
João Grosso concebe e interpreta Manucure, a partir do emblemático poema de Mário de Sá-Carneiro. A biblioteca da Imprensa Nacional-Casa da Moeda recebe este espetáculo, em parceria com o TNDM II.

Uma personagem encontra-se no café, comovendo-se com a sua própria sensação de ternura, e progressivamente instala-se o caos e a loucura: a tensão entre o interior e o exterior, a modulação vocal inspirada no ondear aéreo e nas cacofonias dos transportes e da indústria, a sensualidade da ausência de suporte, o cadenciado da máquina que se transforma em Rap, uma chávena de café que se transforma em ser desfeito...

A partir de um texto provocatório, com um fôlego futurista, Manucure é um pouco recital, um pouco concerto, um pouco interativo, um pouco plástica sonora. Dissolve-se a unidade da linguagem, desmantela-se a sintaxe, desvaloriza-se o valor expressivo da palavra para se sentir apenas "a tristeza das coisas que nunca foram”.


de Mário de Sá-Carneiroconceção e interpretação João Grosso
beater Jorge Albuquerque