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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Auschwitz, leia, pelo menos, uma vez na vida...

27 de Janeiro de 1945. O exército soviético abria as portas de Auschwitz, o maior, o mais completo, o mais perfeito dos campos de extermínio. 70 anos depois, ainda não nos compreendemos sem Auschwitz.


Omissão de outros países impediu que muitos judeus fossem salvos dos nazistas (Reprodução)


A torre de Birkenau fica mais ou menos a meio do longo edifício de tijolo vermelho. Mesmo em cima do arco por onde entravam os comboios. Lá do alto o nosso olhar pode pousar sobre o imenso campo que um dia foi de extermínio. Pode perder-se na sua imensidão.
À direita, meia dúzia de barracões de madeira escura são conservados como testemunho do tempo em que ali se acumulavam os prisioneiros. À nossa frente, a linha do comboio e as plataformas onde os SS dividiam os que chegavam entre os que iam diretamente para as câmaras de gás e aqueles que ainda serviam para trabalho escravo. Lá ao fundo, antes da fita verde do bosque de bétulas, estão os restos dos fornos crematórios e das câmaras de gás, feitos explodir pouco tempo antes de os soldados soviéticos chegarem, numa tentativa inglória de esconder o que aqui se tinha passado.
De resto, a toda a volta, a planície parece vazia. Do complexo de morte que aqui existia sobram pouco mais do que as ruínas das chaminés que existiam em cada uma das barracas. O olhar esvai-se na distância sem que consigamos perceber onde estão os limites do campo.

A máquina de matar: 20 mil por dia 

Há espaços que não cabem dentro de uma fotografia ou de um filme, e este campo de Auschwitz II, o campo de Birkenau, é um espaço desses. Em parte pela sua imensidão: só este campo, o que estava dedicado ao extermínio, ocupa uma área que, se pousada sobre a cidade de Lisboa, ocuparia toda a zona que vai do rio até uma linha imaginária que fosse do Palácio de São Bento à Graça, passando pelo Rossio (no Porto podemos imaginar um espaço semelhante: o que estaria entre o rio e uma linha que unisse o Hospital de Santo António ao liceu Alexandre Herculano).

Shlomo Venezia tinha como tarefa cortar os cabelos às mulheres, que depois seriam utilizados para fabricar isolantes para os submarinos. Já o seu irmão tinha de arrancar os dentes de ouro da boca das vítimas e devia fazê-lo depressa, pois era muito mais difícil quando os cadáveres arrefeciam e endureciam.

Mas não é apenas o espaço imenso que perturba. É mais o vazio atual que nos deixa imaginar o tempo em que aqui se podiam exterminar, matando e fazendo desaparecer os restos, até 20 mil seres humanos por dia. De forma eficiente, rotineira e implacável.
Conhecemos os números – ali morreram perto de um milhão judeus, mais algumas dezenas de milhares de ciganos, de prisioneiros de guerra soviéticos, de resistentes polacos e de homossexuais.
          Observador
     José Manuel Fernandes

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Fonseca "continua" em Ação...





Recolha de roupa - 27 a 29 de Janeiro

No âmbito do voluntariado, o grupo “Fonseca em Ação” dinamizou uma ação de formação ao 9º 1ª. A turma selecionou realizar uma campanha de solidariedade a favor dos desalojados do vulcão da ilha do Fogo, em Cabo Verde. A ação consiste na recolha de roupa - 27 a 29 de Janeiro.


Contamos com a sua generosidade! A solidariedade passa além fronteiras …










Hoje, assista gratuitamente à ópera “Brundibar” de Hans Krása

Dia 27 de janeiro | 18h45 - Assembleia da República

Interpretação, no Salão Nobre, da ópera “Brundibar”, de Hans Krása, com Libreto de Adolf Hoffmeister, pela Escola de Música do Conservatório Nacional. ​

Inauguração da exposição “HolocaustoNão foi uma brincadeira de crianças”, do Museu Yad Vashem, que retrata a forma como a Shoa mudou o modo de vida das crianças. Esta mostra está patente nos Passos Perdidos até 6 de fevereiro.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Exposição de Matemática




 Decorreu entre 8 e 16 de janeiro, nas instalações da Biblioteca da Escola Secundária de Fonseca Benevides, a exposição de matemática, Sempre Houve Problemas”,retratando problemas do séc XVI e onde esteve patente o carácter lúdico na pedagogia medieval.


Fotografia realizada pelo Profº Eduardo Baptista


Fotografia realizada pelo Profº Rafael Pacheco

Fotografia realizada pelo Profº Rafael Pacheco
Fotografia realizada pelo Profº Rafael Pacheco


Fotografia realizada pela Profº Susana Tenreiro

Fotografia realizada pela Profº Susana Tenreiro

Fotografia realizada pela Profº Susana Tenreiro
Fotografia realizada pela Profº Susana Tenreiro
Fotografia realizada pela Profº Susana Tenreiro

Fotografia realizada pela Profº Susana Tenreiro

Fotografia realizada pelo Profº Rafael Pacheco



Fica atento ao Blog de Matemática para saberes quem será 
o vencedor  criativo da Atividade da Exposição


 http://clubedematematicadafonseca.blogspot.pt/
Clica na fotografia



sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

23 de janeiro – Dia Mundial da Liberdade





“Só conheço uma liberdade, e essa é a liberdade de pensamento.”



Antoine de Saint-Exupéry

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Pintura 'Baco, Vénus e Cupido' no Museu de Arte Antiga

A pintura "Baco, Vénus e Cupido", de Rosso Fiorentino (1494-1540), proveniente do Museu Nacional de História da Arte do Luxemburgo, vai ser exibida, a partir de hoje, no Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa.
 
 
 
 
 
Entre os dias 14 de fevereiro, dia de S. Valentim, e 14 de março, coloque o seu cadeado com uma mensagem de amor na Praça do Rossio, em Lisboa, e ajude crianças com doenças crónicas cardíacas em Moçambique. O desafio é lançado pela Associação Dê Mais Coração – Movimento Daniela.
Notícias ao Minuto
 
 
 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

A 19 de Abril de 1824, morre Lord George Byron, um dos maiores poetas da língua inglesa...

No século XIX, O poeta romântico inglês, Lord George Byron, visitou Sintra e deixou-se maravilhar pelos seus encantos...




"Sintra, glorioso Éden"!

"(...) é talvez a mais bela do mundo."


George Gordon Noel nasceu em Londres em 22 de Janeiro de 1788.Apenas com dez anos, herdou o título nobiliárquico do tio-avô William, o que faz com que se torne o sexto Lord Byron.Quando Byron decide viajar, aos 21 anos, já tem duas obras de poesia mal-amadas pela crítica (Hours of Idleness,1807, e English Bards and Scotch Reviewers, 1809).


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Tenho uma grande constipação


Tenho uma grande constipação,
E toda a gente sabe como as grandes constipações
Alteram todo o sistema do universo,
Zangam-nos contra a vida,
E fazem espirrar até à metafísica.
Tenho o dia perdido cheio de me assoar.
Dói-me a cabeça indistintamente.
Triste condição para um poeta menor!
Hoje sou verdadeiramente um poeta menor.
O que fui outrora foi um desejo; partiu-se.

Adeus para sempre, rainha das fadas!
As tuas asas eram de sol, e eu cá vou andando.
Não estarei bem se não me deitar na cama.
Nunca estive bem senão deitando-me no universo.

Excusez un peu... Que grande constipação física!

Preciso de verdade e da aspirina.

Álvaro de Campos

“Campos à quarta de cinzas”, por Júlio César


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015


“Exposição de Matemática”



 
Decorre entre 8 e 16 de janeiro, nas instalações da Biblioteca da Escola Secundária de Fonseca Benevides, a exposição de matemática, Sempre Houve Problemas”.



Nesta exposição, está patente o carácter “lúdico na pedagogia medieval”.

O uso do lúdico como instrumento pedagógico, remonta há muitos séculos atrás. Já Alcuíno, (735), filósofo e pedagogo britânico, diretor de um local de ensino criado no palácio de Carlos Magno (742-814), tinha como norma pedagógica,  “deve-se ensinar divertindo”, para “aguçar a inteligência”. Os seus problemas refletem todo um conjunto de enigmas e gracejos como:


Um boi que está arando todo o dia, quantas pegadas deixa ao fazer o último sulco?

Resposta: nenhuma, pois as pegadas do boi são apagadas pelo arado que passa depois.


Ou em problemas ainda hoje utilizados nas nossas escolas:


Um homem devia passar, de uma margem a outra margem de um rio, um lobo, uma cabra e uma couve. E não pôde encontrar outra embarcação a não ser uma que só comportava dois entes de cada vez, e ele tinha recebido ordens de transportar ilesa, toda a carga. Diga quem puder, como fez ele a travessia?


Resposta: Todos estavam na margem direita do rio. O homem leva primeiro a cabra e deixa na margem esquerda. Volta para a margem direita e pega a couve e volta para a margem esquerda. Deixa a couve e volta para a margem direita com a cabra, deixando-a e voltando para a margem esquerda com o lobo. O lobo ficará com a couve na margem esquerda e o homem voltará a pegar a cabra na margem direita.


Também com, São Tomás de Aquino (1225-1274), o caracter lúdico da pedagogia medieval está presente: “O brincar é necessário para a vida humana”. Tal como é necessário o repouso corporal para retemperar forças, também é preciso repousar a alma, o que se consegue pela brincadeira.
O “Tractado Darysmetica” de Gaspar Nicolas (1519) natural de Guimarães, foi o primeiro livro de matemática editado em Portugal, a introduzir o sistema de numeração árabe, isto é a numeração de posição e o primeiro que ensinou as regras de cálculo do sistema referido. Contudo, já evidenciava o carácter lúdico de alguns problemas, também presentes em algumas outras obras de vários autores nomeadamente na de Bento Fernandes em “Tratado da Arte de Arismética” (1555).

Gaspar Nicolas não deduz as soluções dos problemas que considera e não emprega a arte algébrica; enuncia-os, indica as soluções e verifica-as, sem dizer o modo como as obteve. Um dos seus problemas lúdicos e patente na nossa exposição é o seguinte:


“ Um homem foi de Lisboa a Belém e levava dinheiro, não sabemos quanto, e na venda de Santos dobrou o dinheiro que levava e gastou 10 e ficou-lhe ainda dinheiro e em Alcântara dobrou o dinheiro que levava e gastou 10 e ficou-lhe ainda dinheiro, e em Belém dobrou o dinheiro que levava e gastou 12 e ficaram-lhe 3 reais. Ora eu pergunto: quanto dinheiro levava este homem?”


Tente resolvê-lo. A solução é 9,5 reais.


Agradecemos à associação de professores de matemática, que promove a cultura científica, a oportunidade que nos deu em presentear os alunos da Escola Secundária de Fonseca Benevides, com esta exposição.



 Profª Susana Martin Tenreiro 

                                                                                  

  Para saber mais consulte:
                                                                  O Lúdico nas aritméticas do século XVI

                                                                                                            Conceição Almeida  Universidade do Minho

sábado, 10 de janeiro de 2015

No Teatro Nacional D. Maria II, " Cyrano de Bergerac".






Um apaixonado poeta. Um perspicaz dramaturgo. Um exímio espadachim. Um bravo soldado. Um grande filósofo. Um profundo estudioso da Física, Matemática e Astronomia. Cyrano de Bergerac possui qualidades incomuns, porém encobertas pelo aspeto físico, onde o nariz avantajado é motivo de frustração. Na França do século XVII, Cyrano sofre por amar intensamente sua prima, Roxanne, jovem, bela, emotiva, que tem como ideal de homem a beleza e o espírito. Ao conhecer Christian, Roxanne apaixona-se por ele, mas este é tímido e não consegue manter uma relação normal com uma mulher. É então que Cyrano ajuda Christian, escrevendo-lhe longas e belas cartas de amor que vão tornar ainda maior a paixão de Roxanne por Christian.

Esta é uma comédia heróica que exalta sentimentos nobres como o amor e a capacidade de renúncia. Escrita em 1897 por Edmond Rostand, baseada na vida de Cyrano de Bergerac, escritor francês, esta peça é considerada o último grande mito do teatro romântico francês. Na senda aberta por Ruy Blas, de Victor Hugo, e por Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas, Rostand criou com Cyrano de Bergerac uma peça única da dramaturgia, escrita em forma de poema.

      Teatro D. Maria II 

A partir de 5 euros (2º balcão)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Impressionante...

O tempo está a passar...


Fontes para os dados de Portugal:
  • PORDATA/INE (2013)
  • U.S. Energy Information Administration (EIA) - (2013)
  • U.S. Energy Information Administration (EIA) - (2012)
  • British Geological Survey; Natural Environment Research Council (2010)
  • Instituto Nacional de Estatística (INE) - (2012)
  • World Wide Fund for Nature (WWF) - (2014)
  • US International Developments and Statistics (2011); Statistic brain (2014); United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Population Division (2014)
  • Food and Agriculture Organization of the United Nations - Statistics Division (FAOSTAT) - (2013)

Visite a exposição de pintura...


   Almada Negreiros: O que nunca ninguém soube que houve (desenho, pintura, livros de artista).


12 dezembro 2014 a 29 março 2015

Museu da Eletricidade


Exposição composta por material inédito do artista e escritor - desenho, texto, livros de artista.

Desenho, pintura, livros de artista. Almada Negreiros: O que Nunca Ninguém Soube que Houve é uma exposição que revela cerca de 70 obras de um dos mais importantes artistas portugueses do século XX. Na sua maioria são inéditos, nunca apresentados em exposição, provenientes do espólio da família, de coleções privadas e de instituições públicas. Obras agora expostas pela primeira vez no Museu da Eletricidade, de 12 de dezembro a 29 de março de 2015, ano em que se assinala o centenário da revista Orpheu na qual Almada teve uma participação fundamental.

Companheiro e cúmplice de Fernando Pessoa e Amadeo de Souza Cardoso no desencadear da Modernidade artística e literária, na década de 1910, figura polémica, mítica e (auto-) mitificada, mostram-se aqui as experiências artísticas e especulativas de Almada em torno do desenho, da poesia e do número: livros de artista, ensaios caligráficos e de paginação, tipografia, manuscritos, desenhos de ilustração e pinturas, dando uma atenção especial à revelação de um vasto conjunto de inéditos, artísticos e bibliográficos.

É disso exemplo um livro de artista criado entre 1921 e 1922 por Almada Negreiros: O Pierrot que Nunca Ninguém Soube que Houve. História Trágica e Ilustrada com Sol e Palmeiras.

Este livro, emblemático e até aqui desconhecido, inspirou o título desta exposição, apontando o seu rumo. 
                                                                                                           Museu da Electricidade

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

A nossa Biblioteca Escolar agradece...


Doar é contribuir para a criação de uma espiral de leitores




Todavia, antes de doar, convém seleccionar...


 

Tantos amigos da BE que gostam de doar livros...


 
A Biblioteca agradece a doação da aluna do 11º PQ, Catarina Gonçalves.
 

"O Diabo veste Prada"

                                               Sinopse
Andrea Sachs, acabada de sair da universidade, consegue um emprego fabuloso «pelo qual um milhão de jovens eram capazes de dar a vida»: é contratada como assistente de Miranda Priestly, a editora da famosa revista Runway. No entanto, como assistente pessoal de Miranda, Andrea vê-se forçada a suportar toda uma série de abusos, realizando tarefas como encomendar-lhe o pequeno-almoço, tratar-lhe da roupa suja, fazer de motorista para a cadelinha buldogue francesa, preparar-lhe as viagens… Resumindo, Andrea tem de estar disponível vinte e quatro horas por dia para atender aos seus pedidos, e, ainda por cima, sempre com um sorriso no rosto! Será que um ano de sacrifício, ao serviço de um 'diabo' que veste Prada, não é um preço demasiado alto a pagar pelo emprego da sua vida?! Um livro hilariante, muito fashion, que certamente agradará ao público feminino, e não só, e que deu origem a uma adaptação cinematográfica realizada por David Frankel.
                                                                   Editorial Presença

 

 "A Filha do Capitão"

Sinopse
Quem sabe se a vida do capitão Afonso Brandão teria sido totalmente diferente se, naquela noite fria e húmida de 1917, não se tivesse apaixonado por uma bela francesa de olhos verdes e palavras meigas. O oficial do exército português estava nas trincheiras da Flandres, em plena carnificina da Primeira Guerra Mundial, quando viu o seu amor testado pela mais dura das provas.
Em segredo, o Alto Comando alemão preparava um ataque decisivo, uma ofensiva tão devastadora que lhe permitiria vencer a guerra num só golpe, e tencionava quebrar a linha de defesa dos aliados num pequeno sector do vale do Lys. O sítio onde estavam os portugueses.
Tendo como pano de fundo o cenário trágico da participação de Portugal na Grande Guerra, A Filha do Capitão traz-nos a comovente história de uma paixão impossível e, num ritmo vivo e empolgante, assinala o regresso do grande romance às letras portuguesas.
 
                                                                    Gradiva
 

"A Caixa em forma de Coração"

 
 Sinopse
 Judas Coyne colecciona o macabro: um livro de receitas para canibais…uma corda usada num enforcamento… um filme snuff. Uma lenda do death metal de meia-idade, o seu gosto pelo bizarro é tão conhecido entre a sua legião de fãs como os excessos da sua juventude. Mas nada do que ele possui é tão inverosímil ou tão medonho como a sua última descoberta…
Um artigo à venda na Internet, uma coisa tão estranha que Jude não consegue resistir a pegar na carteira. "Vendo" o fantasma do meu padrasto a quem fizer a licitação mais alta. Por mil dólares, Jude tornar-se-á o orgulhoso dono do fato de um homem morto que se diz estar assombrado por um espírito inquieto. Ele não tem medo. Passara a vida a lidar com fantasmas - o fantasma de um pai violento, o fantasma das amantes que abandonara sem compaixão, o fantasma dos companheiros de banda que traíra. Que importância teria mais um? Mas o que a transportadora entrega à sua porta numa caixa preta em forma de coração não é um fantasma imaginário ou metafórico, não é um benigno motivo de conversa. É real.                                                               
                                                                                                                     Civilização


Doar é contribuir para a criação de uma multiplicidade de leitores.
 
 
 
 
 
 
 
 

Agora, na nossa BE, mais novidades literárias... requisita e deleita-te com os novos livros "policiais" ...

 
Doar é contribuir para a criação de uma multiplicidade de leitores.
 
 Ao professor Jorge Lopes,   um grande agradecimento pela doação dos livros seguintes:
 


 
"Não Contes a Ninguém"

 
Sinopse: "Bestseller internacional é um livro de leitura obrigatória para os grandes apreciadores do thriller. Não Contes a Ninguém, marca a estreia de Harlan Coben, na Colecção O Fio da Navalha. Reconhecido autor do género policial, Coben dá vida à história de David Beck, cuja mulher foi brutalmente assassinada num lago em Nova Iorque. Oito anos depois, perto desse mesmo lago, são descobertos dois corpos. E David começa a receber e-mails que pelo conteúdo só poderiam pertencer à sua mulher. Mas que deixam expressamente escrito - Não Contes a Ninguém! Intrigado, resolve investigar, envolvendo o leitor numa trama de suspense e inquietação da primeira à última página. Imperdível!"
 
                                                                            Editorial Presença
 

"Na Pista de um Rapto"


Sinopse: Mark Seidman, um cirurgião plástico que vive em Nova Iorque, acorda no hospital gravemente ferido. Aí fica a saber da morte da mulher e do desaparecimento da sua filha de seis meses. Porém, tudo se altera quando lhe é deixado um bilhete com um pedido de resgate. Dominado por sentimentos ambíguos, Marc pressente que não se trata de um simples rapto, ou não teriam os raptores tentado matá-lo a ele e à mulher. Um thriller intenso, onde nada é o que parece, cheio de suspense até à última página. 
 
                  
          Editorial Presença           
 
 
 
 
 
 
"O Artista da Morte"
 
Sinopse: Gabriel Allon foi em tempos um importante agente dos serviços secretos israelitas, mas agora só pensa em fugir do seu passado para viver uma vida tranquila como restaurador de arte. É no entanto chamado de regresso às perigosas missões. A agente com quem trabalhará esconde-se por detrás da sua própria máscara de modelo francesa. O seu alvo: um astuto terrorista numa derradeira matança desenfreada, um palestiniano fanático de nome Tariq, que desempenhou um negro papel no passado de Gabriel. Aquilo que começa como uma caça ao homem torna-se um duelo que atravessa o globo e é alimentado pela intriga política e por intensas paixões pessoais. Num mundo onde o sigilo e a duplicidade são absolutas, a vingança é um luxo sem preço e a maior das obras de arte

 





Bertrand Editores


"A Conspiração da Aranha" 
 
 
Sinopse: Gary Soneji ocupa o cargo de professor de matemática num dos mais prestigiantes colégios de Washington, D.C., frequentado pelos filhos de políticos, da elite social metropolitana e por isso mesmo, altamente segura por agentes dos Serviços Secretos norte-americanos. Dotado de uma inteligência acima da média, o aparentemente pacato professor de matemática sempre soube que seria alguém. Merecedor da confiança de pais e alunos, Soneji achou que era chegada a hora de pôr em prática o seu maquiavélico plano, e surpreende tudo e todos quando rapta duas crianças, Maggie Rose, a encantadora filha de uma famosa actriz de cinema e de um senador norte americano, e o seu melhor amigo Shrimpie Goldberg, filho de um secretário do tesouro do senado norte-americano. A cerrada vigilância dos agentes dos Serviços Secretos revelou-se impotente face ao sucedido. Apenas uma pessoa não ficou minimamente surpreendida com o extraordinário feito: o raptor. Não era um iniciado nestas sombrias artes (...)

                                    Editorial Presença
 
"O Dinheiro Sujo" 
           
 
 
Sinopse: Geoffrey Shafer sentia que ia perdendo, gradualmente, o domínio das suas emoções. Estava a ficar assustado. Toda a sua vida tinha começado a girar à volta de um jogo virtual, Os Quatro Cavaleiros, em que ele desempenhava o papel do Cavaleiro chamado Morte. Este jogo passara a ser tudo para ele, a única parte da sua vida a que atribuía verdadeiro significado. Alex Cross, o tão aguardado psicólogo e detective da Brigada de Homicídios, está de volta para tentar deter o perigoso serial killer que vagueia à solta nas ruas de Washington. Um thriller psicológico, repleto de suspense, magistralmente construído!
                                            
                                                                                               Editorial Presença         





terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Valsa




  O termo Valsa deriva do verbo alemão Walzen (rodar, mover-se).

  Esta dança a três tempos com origem em Viena impôs-se de um modo generalizado no século XVIII e suscitou numerosas composições musicais.
  O maior compositor de valsas foi Johann Strauss II. Nas suas obras destacam-se o Danúbio Azul e a Valsa do Imperador. Outros músicos como Weber, Chopin, Ravel e Brahms têm valsas nos reportórios.


Chopin Minute Waltz Op. 64 Nr. 1




segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Exposição

“Exposição de Matemática”




 Problemas do Séc. XVI
Nesta exposição, está patente o carácter  lúdico na pedagogia medieval

8 de janeiro - 16 de janeiro

BiBlioteca
ESFB
Resolve um dos problemas de forma criativa, 
colaca-o na urna e ganha prémios.

Recomeça...

 

"Recomeça... se puderes, sem angústia e sem pressa e os passos que deres, nesse caminho duro do futuro, dá-os em liberdade, enquanto não alcances não descanses, de nenhum fruto queiras só metade (...)"

                                                                                                                     Miguel Torga



A equipa da Biblioteca Escolar deseja um 2015 repleto de alegria e de sucesso escolar




"(...) que o ano novo traga vida nova, como o rio que sai lavando e levando tudo por onde passa."


                                                                                      Clarice Lispector

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

"Há-de vir um Natal e será o primeiro"...



Ladainha dos Póstumos Natais


Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que se veja à mesa o meu lugar vazio 



Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que hão-de me lembrar de modo menos nítido


Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que só uma voz me evoque a sós consigo


Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que não viva já ninguém meu conhecido


Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que nem vivo esteja um verso deste livro


Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que terei de novo o Nada a sós comigo


Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que nem o Natal terá qualquer sentido


Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que o Nada retome a cor do Infinito




David Mourão-Ferreira, in 'Cancioneiro de Natal'