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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

C O N S U L T Ó R  I O    L I N G U  Í S T I C O


DESAFIO PARA O FIM DE SEMANA 



Qual é a diferença entre aderência e adesão?

A melhor resposta será publicada no blogue da Biblioteca Escolar. Devem enviar as vossas respostas para o seguinte e-mail: linguisticoconsultorio@gmail.com (até ao dia 30 de janeiro, segunda-feira).

Exposição vai recriar ambiente de escrita de Teixeira de Pascoaes






Organizada pelo Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, pelo Instituto Europeu de Ciências da Cultura Padre Manuel Antunes e pela Cátedra de Estudos Insulares e Globalização da Universidade Aberta, a exposição 'Amarante -- Pascoaes -- Do Solar de Gatão ao Universo' é a terceira dedicada a este escritor no âmbito de um programa mais vasto, denominado 'Triénio Pascoalino', que se iniciou em 2014 e encerra este ano.


                                                                                                    Fonte: "Notícias ao Minuto"

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Conheça Johannes Brahms Sinfonia n.º 2, em Ré maior, op. 73 Entrada Livre



Conhecer uma obra — Guia de Audição



Johannes Brahms

por Paulo Ferreira de Castro

Foi durante uma estadia de verão em Pörtschach, na Áustria, em 1877, que Johannes Brahms se inspirou num ambiente campestre, luminoso e alegre para idealizar a sua Sinfonia n.º 2, em Ré maior, op. 73. A obra apresenta um ambiente geral inspirado nesse cenário pastoral, aproximando-se, segundo os analistas, da Sinfonia n.º 6 de Beethoven. Largamente diferente da primeira sinfonia, no carácter geral é distinguida pela sua alegria, repouso e simplicidade, exprimindo uma existência pacífica.

Johannes BrahmsSinfonia n.º 2, em Ré maior, op. 73

Solistas da Orquestra Gulbenkian Caspar David Friedrich - Entrada Livre!



Solistas da Orquestra Gulbenkian Caspar David Friedrich - Noite na floresta, 1821 Caspar David Friedrich - Noite na floresta, 1821 Elena Ryabova Violino Maria José Laginha Violino Lu Zheng Viola Jeremy Lake Violoncelo Maja Plüddemann Contrabaixo Gioachino Rossini Sonata a quattro n.º 6, em Ré maior Antonin Dvořák Quinteto para Cordas n.º 2, em Sol maior, op. 77


   Sexta-feira , 20 janeiro de  2017, às  21:30, no  Grande Auditório   da Gulbenkian. 
   Av. de Berna, 45A, Lisboa     217 823 700   Bilhetes:  Entrada livre

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

C O N S U L T Ó R  I O    L I N G U  Í S T I C O


RESPOSTA 
AO ÚLTIMO DESAFIO LINGUÍSTICO



Qual é o erro de construção na frase que se segue?

Eu e a minha colega somos a favor do Acordo Ortográfico, o que significa que os seus argumentos vão de encontro aos meus.
Resposta: 
O erro está na construção «vão de encontro aos». A frase, numa versão corrigida, deve assumir a forma: Eu e a minha colega somos a favor do Acordo Ortográfico, o que significa que os seus argumentos vão ao encontro dos meus.

Ambas as locuções prepositivas podem ser usadas e, apesar da sua semelhança, possuem significados diversos e opostos.
      Ir ao encontro de significa  ‘ir em direção a’, ‘antecipar-se ao encontro’. Exemplo: “A opinião do Presidente da Câmara vai ao encontro dos interesses da população.”
      Ir de encontro a significa ‘ir contra, contrapor-se, chocar(-se)’. Exemplo: “O carro foi de encontro ao poste”. No sentido figurado, exprime discordância, divergência, oposição. Exemplo: “As experiências e Pasteur iam de encontro às ideias da geração espontânea, vigentes na época”.
      O equívoco de uma expressão por outra muda radicalmente o sentido da frase, pois são expressões antagónicas.

A equipa da Biblioteca Escolar.



sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Novidade: livro digital sobre Lisboa para explorar em qualquer lugar...





Barack Obama's final speech as president – video highlights



sugestão musical...



Para um amigo tenho sempre


Para um amigo tenho sempre um relógio
esquecido em qualquer fundo de algibeira.
Mas esse relógio não marca o tempo inútil.
São restos de tabaco e de ternura rápida.
É um arco-íris de sombra, quente e trémulo.
É um copo de vinho com o meu sangue e o sol.



António Ramos Rosa, in "Viagem Através de uma Nebulosa"



Persistência da Memória, do pintor surrealista Salvador Dalí

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

No dia 10 de janeiro de 2017, a BE confraternizou durante quinze minutos...


                                       


Brindámos ao Novo Ano, a rir e a cavaquear,
pois trabalho sem alegria custa muito a suportar… 

 Com muita doçura e poesia, para além dos olhos...










Reportagem fotográfica da professora Manuela Silva


                                

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Mário Soares (1924-2017)



Maria João Avillez lembra as lutas, as vitórias, as derrotas, os apetites, os gostos, os gozos, as amizades e as confidências de um homem que reconciliou, juntou e reuniu Portugal.



  1. Liberdade, Democracia, Europa
  2. Nunca desistiu, sempre resistiu
  3. O maior dos espectáculos políticos
  4. Presidente-Rei
  5. Sempre igual a si mesmo
  6. A vida era para ser bem vivida
  7. “Você não percebeu nada!”
  8. África nunca lhe interessou
  9. Amizade. Palavra pesada
  10. Aquela noite em que (não) se despediu

Liberdade, Democracia, Europa

Momento triste para mim: uma certa orfandade política que, embora esperada, só agora de facto se consumou – e não é senão esta a irremediável marca da morte. Orfandade que é real e me pesa. Uma perda que nada absolutamente tem a ver com ser de esquerda ou de direita. Mário Soares, quando foi grande, foi-o por ter sido maior que fronteiras, grupos ou barricadas, intuindo melhor que ninguém onde era o seu lugar e qual a tarefa nacional que lhe competia cumprir (...).
Fonte: Observador