Páginas

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Hoje, imperdível!



Foi no Teatro São Luiz, há 45 anos, que se estreou a Orquestra Sinfónica Juvenil (OSJ), sob a direção do seu primeiro maestro-titular, Alberto Nunes. Nestas quatro décadas e meia, a OSJ realizou centenas de concertos por todo o país – apresentando-se inúmeras vezes onde nunca antes tinha estado uma orquestra sinfónica –, representou Portugal no estrangeiro e deu oportunidade a dezenas de jovens instrumentistas e cantores de se apresentarem a solo.

Uma vez mais, a OSJ regressa ao Teatro São Luiz, onde se apresentou já dezenas de vezes e onde tocou alguns dos mais importantes repertórios do seu percurso. Agora, preparou um programa particularmente ambicioso que inclui a estreia mundial da obra Bluff, encomendada ao jovem compositor Tiago Cabrita, e, na segunda parte, o Requiem, de Mozart, a obra maior do mestre de Salzburgo.


PROGRAMA
1ª Parte
SMETANA, Bedrich Abertura A Noiva Vendida
1824 – 1884)
CABRITA, Tiago Bluff (2018) – estreia mundial
(1985)
2ª Parte
MOZART, W. Amadeus Missa de Requiem , K 626
(1756 – 1791)
Introitus: Requiem
Kyrie
Sequenz
Dies Irae
Tuba Mirum
Rex Tremendae
Recordare
Confutatis
Lacrimosa
Offertorium
Domine Jesu
Hostias
Quam oliam Abrahae
Sanctus
Benedictus
Agnus Dei
Communio
Lux aeterna
Alexandra Bernardo, soprano / Laryssa Savechenki, contralto Carlos Monteiro, tenor / Armando Possante, barítono / Coro de Câmara do Instituto Gregoriano de Lisboa 
Orquestra Sinfónica Juvenil
Direção: Christopher Bochmann



segunda-feira, 12 de novembro de 2018

São Martinho

Sobre a temática "A COMEMORAR TAMBÉM SE APRENDE", os alunos do 2º ciclo EaD, na disciplina de Educação Visual comemoraram o São Martinho desta forma:




domingo, 11 de novembro de 2018

Vamos participar: David Mourão Ferreira é o escritor do mês de novembro!







A professora Isabel Pires e um conjunto de alunos já estão no terreno, prontos para a ação.

Ninguém ficará indiferente, face ao entusiasmo que já paira no ar!



Autor e fotógrafo: professor Mário Barreto
Autor e fotógrafo: professor Mário Barreto


Autor: professor Mário Barreto


A Maravilha que Deve Ser Escrever um Livro 
(...) a maravilha que deve ser escrever um livro: a invenção dentro da memória; a memória dentro da invenção; e toda essa cavalgada de uma grande fuga, todo esse prodígio de umas poligâmicas núpcias, secretas e arrebatadas, com a feminina multidão das palavras: as que se entregam, as que se esquivam; as que é preciso perseguir, seduzir, ludibriar; as que por fim se deixam capturar, palpar, despir, penetrar e sorver, assim proporcionado, antes de se evaporarem, as horas supremas de um amor feliz. Não há matéria mais carnalmente incorpórea; nem outra mais disposta a por amor ser fecundada. 
Como se pode interpretar de outro modo esse velho lugar-comum de ter um filho, plantar uma árvore, escrever um livro? Só se em todos os casos se tratar de grandes e inevitáveis actos de amor: com a Mulher, com a Terra, com a Língua. Mas de plantar árvores e ter filhos haverá sempre muita gente que se encarregue. De destruir árvores também; de estragar filhos igualmente. Em compensação, um livro, um livro que viva, multiplicado, durante alguns anos ou alguns séculos, e que depois vá morrendo, sem ninguém dar por isso, mas nunca de uma só vez, até ser enterrado na maior discrição ou até se ver de súbito renascido, inesperadamente ressuscitado, um livro com semelhante destino - luminoso por mais obscuro, obscuro por mais luminoso -, isto é que foi sempre o que me empolgou. 


David Mourão-Ferreira, in 'Um Amor Feliz'


                            para além dos olhos... 

Recordemos o mês de outubro, no projeto "Um mês um escritor"



Celebrámos todos os escritores lusófonos no mês da leitura.


Autor e fotógrafo: professor Mário Barreto


                                                     

     para além dos olhos...

NOVIDADE: embarquem na grande aventura pelo universo mágico da leitura!







Autor e fotógrafo: professor Mário Barreto



Caros colegas,

Este ano, vamos ler mais e mais, visto que o  novo projeto de formação de leitores, com duas atividades: “ Um Mês… um Escritor”/ “Das Letras à Imagem", vai guiar-nos pelo universo mágico da literatura.

Ora prestem, por favor,  a devida atenção!

A Biblioteca Escolar lança um desafio crucial, que contribui, decisivamente, para a promoção da leitura “ Um Mês… um Escritor”.

Esta atividade, dinamizada pelos professores, Isabel Pires e Mário Barreto,  tem como finalidade a divulgação de escritores e de obras em língua portuguesa.

Assim, será escolhido(a), mensalmente, um(a) escritor(a) e, com o envolvimento direto dos alunos, professores e outras instituições, haverá uma seleção prévia de textos do(a)  autor(a) destacado(a), numa sessão de leitura encenada, na 1ª pessoa, na BE ou espaços menos convencionais.

Após a leitura encenada, os alunos serão desafiados a apresentar uma ilustração alusiva ao texto lido, (participações individuais ou coletivas) estando aptos a participar no concurso de ilustração, referente ao projeto “Das Letras à Imagem”, até ao final da última semana de cada mês.

Depois, seguir-se-á um período de apreciação das ilustrações, sendo os resultados divulgados no último dia do respetivo mês , no blogue “paralemdosolhos” e em cartaz, afixado em vários locais da escola.

Para as ilustrações vencedoras (1º e 2º prémios) haverá prémios apelativos.

Participem  nesta iniciativa e desvendem  o mundo dos escritores   para além dos seus livros.

Nota. conheçam quem é o escritor do mês de novembro, através do blogue "paralemdosolhos"
                                                   
Com as melhores saudações literárias, 

                                            "para além dos olhos..."




                                        


























As sugestões para novas leituras são importantíssimas...


Obrigada, professora Sara Monteiro.
 Venham mais!





"A Bela Americana (Beautiful ruins) de Jess Walter é o livro ideal para quem vê sempre “o copo meio cheio”, para quem a lei de Murphy funciona ao contrário “não há nada tão mau que não possa melhorar”, para quem vale a pena sonhar porque “enquanto um homem sonha o mundo pula e avança”, para quem não há impossíveis, mas sim desejos profundos, cuja concretização pode tardar, mas não falha – apesar de poder não ser como pensavamos querer -, para quem tudo tem beleza, pois até a fealdade, as ruínas, as imperfeições são belas…, para quem amar não cria fronteiras, nem é um conceito limitativo.
Este é um livro em que o leitor não pode ter ideias preconcebidas, preconceituosas – comecei por pensar que, com este nome e a capa, seria, certamente, um romance de cordel -, mas não! Pelo contrário, se deixarmos, pode-nos transportar mais além e deixar-nos BEM."

Professora Sara Monteiro


O livro está à tua espera na nossa Biblioteca Escolar.
O que esperas?!!!


Banda sonora do filme "Nasce uma Estrela"









para além dos olhos...

Armistício - o fim da participação portuguesa na I Guerra Mundial


100 anos de Armistício




                                                                                                     Fonte: Defesa Nacional

sábado, 10 de novembro de 2018

Não devemos esquecer...!








para além dos olhos...

Hoje, começa o "Cabaret Evoé " Saídas culturais grátis, em Lisboa!




Este microfestival já vai para a 62ª edição, que acontece já este sábado. Recebe as artes da dança, teatro, música, clown, sapateado, magia, circo e storytelling. Tudo para apreciar numa só noite, num evento gratuito de artes performativas aberto a todos.

Fonte: "Time OUt", por  RENATA LIMA LOBO
PUBLICADO: 

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Hoje, dia 6 de novembro de 2018, às 10.h30, o nosso familiar "Chá das Letras" espera por nós...


Hoje, voltamos a reunir à volta das letras, escolhidas pela nossa anfitriã, professora Teresa Santos.
O que esperam para fazer parte deste momento delicioso...?!



 para além dos olhos...




sexta-feira, 2 de novembro de 2018

A Fonseca marca, sempre, encontro com o futuro...



A nossa escola continua na vanguarda...
Procuramos futuro ...
Fazemos futuro...





sempre, "para além dos olhos..."

                                                           

quinta-feira, 1 de novembro de 2018


A saber....

Estórias da História



01 de Novembro de 1755: Terramoto de Lisboa
Na manhã de 1 de novembro, dia de Todos os Santos, ocorreu um violento terramoto em Lisboa, Setúbal e no Algarve. Na capital, onde se fez sentir mais intensamente - estudos posteriores levaram os geólogos a concluir que teria atingido uma intensidade de cerca de 9 graus na escala de Richter - foi acompanhado por um maremoto que varreu o Terreiro do Paço e por um gigantesco incêndio que, durante 6 dias, completou o cenário de destruição de toda a Baixa de Lisboa.
Este trágico acontecimento foi tema de uma vasta literatura, que se desenvolveu um pouco por toda a Europa e de que é exemplo o poema de Voltaire Le Désastre de Lisbonne (1756).
Lisboa já havia sentido, recentemente, alguns terramotos, como o de 1724 e o de 1750, este último precisamente no dia da morte de D. João V, mas ambos de consequências menores.Em 1755, ruíram importantes edifícios, como o Teatro da Ópera, o palácio do duque de Cadaval, o palácio real e o Arquivo da Torre do Tombo cujos documentos foram salvos, o mesmo não acontecendo com as bibliotecas dos Dominicanos e dos Franciscanos. Ao todo, terão sido destruídos cerca de 10 000 edifícios e terão morrido entre 12 000 a 15 000 pessoas.
Foi neste contexto de tragédia e confusão que Sebastião José de Carvalho e Melo, então secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, revelou as suas grandes capacidades de chefia e organização ao encarregar-se da restituição da ordem; enquanto as pessoas influentes e a própria família real se afastavam de Lisboa, Sebastião José de Carvalho e Melo (Marquês de Pombal) passou à prática a política de enterrar os mortos e cuidar dos vivos. Impediu a fuga da população ao providenciar socorros e ao distribuir alimentos. Puniu severamente os que se dedicavam ao roubo de habitações e de imediato começou a pensar na reconstrução de Lisboa.Neste mesmo ano, Manuel da Maia, engenheiro-mor do reino, já se encontrava a estudar o problema da reconstrução e levantava a questão de construir uma nova cidade sobre os escombros da antiga ou construir uma nova cidade em Belém, zona menos sujeita a abalos sísmicos. Escolhida a primeira das soluções, foi adotado um modelo em que eram proibidas as obras de iniciativa particular; os proprietários dos terrenos foram obrigados a reconstruir segundo o plano geral num espaço de 5 anos, sob pena de serem obrigados a vender os terrenos.
De um total de 6 plantas traçadas pelos colaboradores de Manuel da Maia, a escolhida foi a de Eugénio dos Santos, arquiteto do Senado da cidade, que chefiou os trabalhos até 1760, altura em que faleceu e foi substituído por Carlos Mardel, arquiteto húngaro imigrado em Portugal.À cidade medieval de ruas estreitas deu lugar um traçado racional de linhas retilíneas em que os prédios têm todos a mesma altura. De toda a cidade pombalina, assim designada por ter resultado da iniciativa do marquês de Pombal, destaca-se a praça do Comércio, majestosa "sala de entrada" na cidade, com a estátua equestre de D. José I, monarca da altura, da autoria do escultor Machado de Castro.

 "Terramoto de 1755 e Reconstrução Pombalina", In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012.


Resultado de imagem para relatos do terramoto de 1755