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terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Momento grandioso no "Chá das Letras": a professora Joana Martins arrebatou sorrisos e lágrimas, no meio de aplausos verdadeiramente sentidos.





No dia  20 de novembro de 2018, chegaste, subtilmente, ao nosso "Chá das Letras".  

De repente, com um  desejo penetrante de consertar o mundo, soltaste o grito dos que não têm voz, através do teu olhar intenso e da firmeza dos teus gestos, fazendo estremecer, com as palavras certas, as nossas emoções.

Quinze minutos memoráveis, que ovacionamos, "para além dos olhos...

Um grande obrigada, professora Joana Martins!







"Por estas alturas assinala-se o Dia dos Direitos das Crianças… o Dia dos Direitos Humanos…

E isso diz-nos o quê?
A mim diz-me isto…

Ou continuo a dizer que sou uma acérrima defensora dos Direitos Humanos
e que a crise de refugiados
e a venda de escravos na Líbia
e as desigualdades sociais
e a exploração do trabalho infantil
e a violência sobre as mulheres
e…
é um assunto lá longe, dos outros e que            
eles é que não fazem, eles é que não mudam, eles é que…

Ou posso ser agente de mudança, no trabalho diário com os meus alunos, respeitando os seus interesses, ouvindo as suas opiniões e alertando para o que se passa por aqui e por ali!
Ou posso agir como defensora dos Direitos Humanos, respeitando e valorizando a diferença!
Ou posso assumir o combate à tirania como um modo de estar na sociedade!

Deixo-vos, por isso, com as palavras de Brecht (1898-1956) que me interpelam sempre que as leio:

Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro

Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário

Depois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável

Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho meu emprego
Também não me importei

Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo."


Joana Filipe Martins
Novembro 2018


para além dos olhos...



sábado, 1 de dezembro de 2018

1.º de dezembro, Restauração da independência


1.º de dezembro,
 Restauração da independência




    A dinastia espanhola dos Filipes governou o país entre 1580 e 1640, altura em que o futuro D. João IV liderou uma revolta que afastou os castelhanos do trono.

Foram 120 os conspiradores que, na manhã de 1 de dezembro de 1640, invadiram o Paço da Ribeira, em Lisboa, para derrubar a dinastia espanhola que governava o país desde 1580. Miguel de Vasconcelos, que representava os interesses castelhanos, foi morto a tiro e atirado pela janela.

    Foi do balcão do Paço que foi proclamada a coroação do Duque de Bragança, futuro D. João IV, e foi também dali que foi ordenado o cerco à guarnição militar do Castelo de S. Jorge e a apreensão dos navios espanhóis que se encontravam no porto.

    Até ao final de 1640 todas as praças, castelos e vilas com alguma importância tinham declarado a sua fidelidade aos revoltosos.

    A restauração da independência só seria reconhecida pelos espanhóis 27 anos depois, com a assinatura do Tratado de Lisboa.

Ensina RTP 

quarta-feira, 28 de novembro de 2018


 Onde há cultura e partilha de conhecimento
 a NOSSA Biblioteca Escolar 
está presente!!!!
- Palestras



- Lançamento do novo livro A água e a águia do grandioso escritor MIA COUTO







“ Um Mês… um Escritor” 

       e  “Das Letras à Imagem"



Ilustrações vencedoras do mês de novembro


Ilustradores vencedores:
                      João Cardoso, 11 PE 3
                      Diogo Braga, 12 PE 1