sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
01 de fevereiro
de 1908: O dia do Regicídio, o rei D. Carlos e o seu filho mais velho, Luís
Filipe, Duque de Bragança, são assassinados no Terreiro do Paço, em Lisboa
A violência da
oposição à ditadura de João Franco criara as condições propícias a uma
tentativa revolucionária republicana. A 21 de Janeiro de 1908 são presos, como
suspeitos de conspiração, França Borges, João Chagas, Alfredo Leal e Vítor de
Sousa, e, a 28 desse mês, fracassa uma tentativa revolucionária. Foram presos,
como implicados na intentona, entre outros, Afonso Costa, Egas Moniz, Álvaro
Pope e o visconde de Ribeira Brava.O Governo resolve então intensificar a
repressão. Prepara um decreto que lhe permite expulsar do país ou deportar para
o ultramar os culpados de crime contra a segurança do Estado. Em 31 desse mês,
o ministro da Justiça Teixeira de Abreu regressa de Vila Viçosa, onde se
encontrava a família real, com o decreto assinado. D. Carlos, no dia seguinte, 1
de Fevereiro, regressa a Lisboa acompanhado da família real. Tendo desembarcado
no Terreiro do Paço, seguiam numa carruagem aberta para o Paço das
Necessidades. A carruagem real roda lentamente junto da penúltima arcada do
lado ocidental do Terreiro do Paço. Subitamente, rompendo entre o cordão de
polícias e população, um homem de revólver em punho põe o pé no estribo
traseiro da carruagem real e dispara à queima-roupa contra o rei, atingindo-o
com dois tiros na cabeça. A carruagem segue à desfilada pela rua do Arsenal,
quando um outro indivíduo, mais adiante, dispara uma carabina que trazia oculta
contra D. Luís Filipe, que segurava um revólver, matando-o. D. Manuel é atingido
num braço. Apenas a rainha D. Amélia sai ilesa.O pânico e o tiroteio
generalizam-se. O primeiro regicida terá sido morto pelo príncipe D. Luís
Filipe. O segundo é morto pela polícia. Os regicidas foram
Alfredo Costa, de 28 anos, caixeiro de profissão e Manuel Buíça, de 32 anos,
professor primário, ambos republicanos.
Regicídio. In
Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia (Imagens)
O Rei D. Carlos por Roque Gameiro
quarta-feira, 30 de janeiro de 2019
A nossa Biblioteca Escolar promove a Literacia Digital...
PALESTRA
No próximo dia 8 de fevereiro de 2019, dando continuidade ao Projeto da Biblioteca Escolar: "Escola em Rede", teremos o privilégio de ouvir o Professor Pedro Veiga (Departamento de Informática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa), na palestra intitulada: Quem roubou a minha identidade?
Queremos que a nossa comunidade desenvolva uma educação e cidadania digitais mais conscientes, incentivando o uso correto e seguro das tecnologias de informação, em benefício da sociedade.
Temos também o objetivo de promover a proteção online das crianças e jovens, através da sensibilização para riscos e perigos na utilização da Internet, nomeadamente a partilha de dados pessoais.
para além dos olhos...
domingo, 27 de janeiro de 2019
Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto
Hoje é o Dia Internacional em Memória das Vítimas do
Holocausto
"Amanhã fico triste,
Amanhã.
Hoje não.
Hoje fico alegre.
E todos os dias,
por mais amargos que sejam,
Eu digo:
Amanhã fico triste,
Hoje não.
Para Hoje e todos os outros dias!!"
(Encontrado na parede de 1 dormitório de crianças do campo de
extermínio nazista de Auschwitz.)
A data de 27 de Janeiro foi escolhida para a celebração deste
dia por possuir um significado especial: foi a 27 de Janeiro de 1945 que teve
lugar a libertação do principal campo de concentração nazi (Auschwitz) pelas
tropas da União Soviética.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2019
Muitos Parabéns aos alunos participantes !!!!
O esforço é sempre recompensado!!! E merecido!!!
" Exmos Senhores
Serve o presente email para V. informar que de acordo com o anunciado na nota de abertura do Desafio de Natal 2018, foi oferecido a cada participante 1 Bilhete famíliar gratuito para visitar o Museu de Marinha (levantar na Bilheteira do Museu de Marinha. Tem prazo de 3 meses a contar da data de emissão).
Com os melhores cumprimentos,
TEC.SUP.
Helena de Almeida
MARINHA | MM
| Chefe do Serviço Educativo e de Mediação Cultural "
segunda-feira, 21 de janeiro de 2019
Hoje, há "Chá das Letras", dia 22 de janeiro de 2019, às 10h.30, na BE.
Comecemos bem o dia, a rir e a cavaquear, pois trabalho sem alegria custa muito a suportar.
Confraternizemos durante quinze minutos, na companhia do nosso anfitrião, professor José Godinho.
para além dos olhos...
domingo, 20 de janeiro de 2019
20 de Janeiro de 1554: Nasce D. Sebastião, "O Desejado"
20 de Janeiro de 1554:
Nasce D. Sebastião,
"O
Desejado"
Décimo sexto rei de Portugal,
filho do príncipe D. João e de D. Joana de Áustria, nasceu em Lisboa a 20 de
janeiro de 1554, e morreu em Alcácer Quibir, a 4 de agosto de 1578. Sucedeu a
seu avô D. João III sendo o seu nascimento esperado com ansiedade, enchendo de
júbilo o povo, pois a coroa corria o perigo de vir a ser herdada por outro neto
de D. João III, o príncipe D. Carlos, filho de Filipe II de Espanha.
De saúde precária, D. Sebastião
mostrou desde muito cedo duas grandes paixões: a guerra e o zelo religioso.
Cresceu na convicção de que Deus o criara para grandes feitos, e, educado entre
dois partidos palacianos de interesses opostos - o de sua avó que pendia para a
Espanha, e o do seu tio-avô o cardeal D. Henrique favorável a uma orientação
nacional -, D. Sebastião, desde a sua maioridade, afastou-se abertamente dum e
doutro, aderindo ao partido dos validos, homens da sua idade, temerários a
exaltados, que estavam sempre prontos a seguir as suas determinações.
Nunca ouviu conselhos de ninguém,
e entregue ao sonho anacrónico de sujeitar a si toda a Berbéria e trazer à sua
soberania a veneranda Palestina, nunca se interessou pelo povo, nunca reuniu
cortes nem visitou o País, só pensando em recrutar um exército e armá-lo,
pedindo auxílio a Estados estrangeiros, contraindo empréstimos a arruinando os
cofres do reino, tendo o único fito de ir a África combater os mouros.
Chefe de um numeroso exército, na
sua maioria aventureiros e miseráveis, parte para a África em Junho de 1578;
chega perto de Alcácer Quibir a 3 de agosto e a 4, o exército português
esfomeado e estafado pela marcha e pelo calor, e dirigido por um rei incapaz,
foi completamente destroçado, figurando o próprio rei entre os mortos.
Joel Serrão (dir.),
Pequeno Dicionário de História de Portugal,
Lisboa, Iniciativas Editoriais, 1976
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