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sábado, 6 de abril de 2019

História de Portugal


06 de Abril de 1385: 
D. João I, Mestre de Avis, 
é aclamado rei de Portugal
Monarca português, filho bastardo de D. Pedro I e de Teresa Lourenço, dama galega, nasceu em 1357, em Lisboa, onde faleceu em 1433. Décimo rei de Portugal (1385-1433), foi o fundador da dinastia de Avis ou Joanina, sendo conhecido pelo cognome "de Boa Memória". Educado por um mestre da Ordem de Cristo, foi nomeado, com apenas seis anos, Mestre da Ordem de Avis por D. Pedro I e armado cavaleiro. Durante o reinado de D. Fernando, seu meio-irmão, começa a desempenhar papéis de certo relevo, como o da negociação do casamento de D. Beatriz com o rei de Castela. A rainha D. Leonor Teles vê no Mestre de Avis um obstáculo e um adversário na sua influência sobre D. Fernando, sendo D. João considerado o chefe dos que se opõem à ação de Leonor Teles e do Conde Andeiro. Após a morte de D. Fernando, em 1383, entra-se num período de agitação e de crise na sucessão da Coroa, dado não haver herdeiro varão e D. Beatriz estar casada com o rei de Castela. Estava ainda em causa a independência nacional. Formam-se dois partidos, um a favor e outro contra D. Beatriz como rainha de Portugal, e D. João aceita a chefia do movimento popular que luta contra a hipótese de Portugal vir a ter um rei estrangeiro. Este movimento tem o apoio da burguesia. Assim, participa no assassínio do Conde Andeiro e é proclamado "regedor e defensor do Reino". Prevendo a invasão do país por Castela, que queria impor os direitos de D. Beatriz, começa a preparar a defesa, onde se vai destacar Nuno Álvares Pereira. Segue-se um período de lutas em que se salienta a Batalha de Atoleiros e o Cerco de Lisboa, por terra e mar, em 1384, durante vários meses. Em 6 de abril de 1385 reúnem-se as Cortes em Coimbra, onde, pela ação e grande poder oratório do Dr. João das Regras, D. João é eleito rei. A luta contra Castela e seus partidários vai continuar, e, em 14 de agosto de 1385, obtém-se uma grandiosa vitória na Batalha de Aljubarrota, a que se segue a vitória em Valverde. Pela vitória em Aljubarrota e em cumprimento de uma promessa, D. João I manda construir o Mosteiro da Batalha, um belo exemplar da arte gótica. A luta com Castela e seus partidários vai continuar, mas mais esporadicamente, até que em 1411 se estabelece em definitivo a paz. Entretanto, em 1387, no dia 2 de fevereiro, D. João I casa com D. Filipa de Lencastre, na sequência do Tratado de Windsor, celebrado com a Inglaterra. Desta união nascerá a "Ínclita Geração" - D. Duarte, Infante D. Pedro, Infante D. Henrique, D. Isabel e Infante D. Fernando, o Infante Santo. D. João I, que subiu ao trono com o grande apoio que teve das massas populares e da burguesia, quando as lutas com Castela estabilizaram, começou uma política centralizadora do poder, reduzindo a influência do clero e da nobreza, apropriando-se dos bens dos que eram apoiantes de Castela, espaçando a reunião das Cortes, e procurando reaver algumas das terras doadas. É no reinado de D. João I que têm início as conquistas no Norte de África e que começa a gesta dos Descobrimentos, pela ação do Infante D. Henrique. Assim, em 1415 dá-se a expedição a Ceuta, que é conquistada em 21 de agosto. Após a sua conquista são armados cavaleiros, na mesquita daquela praça-forte, os príncipes D. Duarte, D. Pedro e D. Henrique. Entretanto, na véspera da partida de Lisboa, falecera a rainha D. Filipa de Lencastre. Após o regresso de Ceuta, o infante D. Henrique vai dar início à epopeia dos Descobrimentos. No reinado de D. João I são descobertas as ilhas de Porto Santo (1418), da Madeira (1419) e dos Açores (1427), além de se fazerem expedições às Canárias. Tem início, igualmente, a colonização dos Açores e da Madeira. D. João I era um rei culto, dada a sua formação na Ordem de Avis, e, por isso, mandou redigir a Crónica Breve do Arquivo Nacional, mandou traduzir o Novo Testamento e vidas de santos, e escreveu o Livro da Montaria.
Em 1412 associou ao governo do reino o seu filho D. Duarte, que lhe sucederia. D. João I faleceu em 1433 e encontra-se sepultado no Mosteiro da Batalha.





D. João I. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.

                                                 wikipedia (Imagens)

domingo, 31 de março de 2019

Finalmente provado que os melhores ovos de Páscoa não são os do Coelhinho, mas sim os do 2º ciclo do E@D da Fonseca Benevides








Mais um trabalho da temática "A Comemorar Também Se Aprende"

terça-feira, 26 de março de 2019

A escola parou para ler, com muito orgulho, Matilde Rosa Araújo, antiga professora da nossa escola.



Alunos das duas modalidades de ensino (todos os anos de escolaridade) leram, integralmente, obras de Matilde Rosa Araújo.
Numa atividade articulada entre a Biblioteca Escolar e os professores de português.


A equipa da BE apresenta um agradecimento especial,  aos professores de português, pela sua colaboração especial.

        Todos juntos, vamos ler mais e mais...

                   para além dos olhos...



Concurso " A Melhor Rosa-dos-Ventos" ( 2º e 3º ciclos)










segunda-feira, 25 de março de 2019

A Fonseca presta homenagem a Matilde Rosa Araújo






Contamos com a presença de toda a comunidade escolar,  no dia 28 de março de 2019, às 16h.45, na Biblioteca Escolar, para prestarmos uma homenagem à antiga professora da Fonseca, Matilde Rosa Araújo.









                                    para além dos olhos...

quinta-feira, 21 de março de 2019

Poesia

Dia Mundial da Poesia


O Dia Mundial da Poesia celebra-se todos os anos a 21 de março. A data foi criada na 30.ª Conferência Geral da UNESCO, a 16 de novembro de 1999. O propósito deste dia é o de promover a leitura, a escrita, a publicação e o ensino da poesia em todo o mundo.

O Dia Mundial da Poesia celebra também a diversidade do diálogo, a livre expressão de ideias através do uso da palavra, e ainda a criatividade e a inovação. A data convida, sem dúvida, à reflexão sobre o poder da linguagem e do desenvolvimento das habilidades criativas de cada pessoa. Neste dia realizam-se várias atividades em Portugal e um pouco por todo o mundo, privilegiando-se as escolas, as bibliotecas e os espaços culturais.