Perante uma conjuntura global que evidencia um enorme retrocesso civilizacional, a BE testemunhou, entre os dias 22 e 30 de abril, com grande orgulho e gratidão, o envolvimento exemplar da nossa Escola na preparação da Festa do 25 de abril - “E depois do Adeus” - como um inabalável baluarte de resistência democrática.
A mobilização notável de toda a comunidade educativa é um desígnio férreo de propalar o valor da liberdade além muros, garantindo que a Fonseca fortaleça as suas sinergias e continue a narrar muitas das suas ilustres páginas de grande glória ao longo de 111anos.
PROGRAMAÇÃO “E Depois do Adeus”
Exposições: Painéis da Memória - "Antes, Durante e Depois" – (átrio da escola)
Ciclo de Cinema "Abril em imagens”
A Guerra - Joaquim Furtado - série sobre a guerra colonial
As armas e o povo, 1975 - disponível no PNC
Intervenção Literária — "Palavras em Liberdade"
Atelier dos Cravos – (Biblioteca Escolar)
Atuação do grupo Canta’Alto
Inauguração da “Rádio Benevides”
Jogo digital – Monopólio 25 de Abril
Link: https://view.genially.com/69dea9d1ff1dcb3d38f2d809
Cante Alentejano — Grupo Alcante
Eleição da canção de intervenção favorita Participação de toda a comunidade educativa (presencial e a distância) nas cabines de voto (físicas e virtuais).
Canção vencedora: Zeca Afonso - Grândola, Vila Morena - 28 votos 

Palestra, presencial e em linha, "Resistência"
Orador - professor Mauro Gaspar, neto do prisioneiro político – Américo Fernandes; Contextualização histórica - professor Anselmo Cruz.
Chá das Letras – anfitriã surpresa – Clarice Lispector – no centro da BE.
Exposição - "Caixa da Censura" - Usa o Lápis azul para pintar a liberdade
Autoras: Azira Can e Luísa Sá
Coletânea de Memórias
Coordenação das professoras: Constança Fernandes, Yara Sinkovec e Adriana Moreira
Recolha de relatos (em vídeo) da comunidade educativa (alunos, professores e funcionários).
Humanização da história, através de relatos de quem viveu e/ou ouviu contar “estórias” sobre o 25 de Abril.
RECURSOS
- Propostas de leitura – 2.º ciclo
História de Uma Flor, de Matilde Rosa Araújo
Link do áudio - https://youtu.be/Svf4jDEmSgc
Sinopse: «Nas ruas havia flores vermelhas por toda a parte. No peito das mulheres, dos homens, nos olhos das crianças, nos canos silenciosos das espingardas. Nem era uma guerra, nem uma festa. Era o mundo de coração aberto.» No 34.º aniversário da Revolução dos Cravos, um livro que é um poema à beleza e à liberdade ganha nova dimensão nesta edição autónoma, exemplarmente ilustrada. Detalhes
Fonte: sítio da Wook
- Proposta de leitura – 3.º ciclo
“Era uma vez um cravo” – José Jorge Letria
Obs.: Este livro digital está disponível no Repositório de Leitura da nossa BE. Áudio - https://esfb.sharepoint.com/bib/sub2
Sinopse:
Era Uma Vez Um Cravo é um livro em forma de poema, com versos de José Jorge Letria e ilustrações de André Letria, todas a preto e branco, à exceção dos cravos vermelhos. Narrado sob o ponto de vista de um cravo, o livro conta-nos a sua viagem na manhã do dia 25 de Abril de 1974, com André Loubet a dar voz aos encontros deste cravo com uma florista, um militar e muitos outros cidadãos de um Portugal que agora acordava com a Liberdade.
Fonte: Agenda Cultural de Lisboa
- Proposta de leitura e de atividades – Ensino secundário
“A Garrana” de Matilde Rosa Araújo
Link com a proposta de exploração: https://read.bookcreator.com/IQlr34kDB9SliSryHwGUVc4HfN52/WHNSFdWtS2CIKegE06N9Qg
Este livro digital está disponível no Repositório de Leitura da nossa BE: https://esfb.sharepoint.com/bib/sub2
Leitura da edição especial da revista Blimunda, alusiva à celebração dos 40 anos do 25 de abril de 1974.
“Numa data tão simbólica para Portugal, a Blimunda não poderia ficar alheia ao aniversário de 40 anos do 25 de Abril. Neste mês a revista dedica boa parte dos seus conteúdo à celebração da Revolução dos Cravos. Do acervo de Vasco Gonçalves, em depósito na Fundação José Saramago, recuperam-se 15 cartazes do 25 de Abril, acompanhados por frases de 15 convidados, de diferentes países, sobre o significado desse momento histórico. Sara Figueiredo Costa escreve sobre Os Rapazes dos Tanques, de Alfredo Cunha e Adelino Gomes, um precioso registo da manhã em que a democracia renasceu. Há ainda espaço para A Hora da Revolução: vinte anos depois, um texto escrito por Eduardo Lourenço em 1994, inédito em português, e para O sabor da palavra Liberdade, discurso proferido por José Saramago em 1990(…).
Fonte: Revista Blimunda
https://revistablimunda.wordpress.com/wp-content/uploads/2014/04/blimunda_23_abril_2014_1.pdf