sábado, 19 de abril de 2014

No dia 19 de abril...

Massacre de Lisboa de 1506


Foto de A. Cibrão


para onde quer que vá, há sempre tempo para uma boa leitura...


LER EM TODO O LADO


Abril é o mês dos Livros e da Leitura.

 É o mês em que convidamos a LER EM TODO O LADO.

Numa co-produção CML- Bibliotecas de Lisboa (BLX) e a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), o projeto LER EM TODO O LADO convida a sair à rua, a ler nas livrarias, a experimentar as bibliotecas, aqui e além, em Lisboa e no país inteiro. 
Pelo 4.º ano consecutivo queremos pegar na leitura e levá-la para todo o lado, mas este ano queremos que não aconteça apenas nas ruas de Lisboa, mas sim de Norte a Sul do país.


De 1 a 30 de abril iremos celebrar o Dia Internacional do Livro Infantil (2 de abril), o Dia Mundial do Livro (23 de abril) e os 40 anos do 25 de Abril. Haverá noites de encantar, maratonas de leitura, palavras de abril, estufa de livros, e muitas e diversas formas de ler tudo e em todo o lado.
                                                                                                                                    
                                                                                                                                                  BLX




Programação LER EM TODO O LADO disponível em
http://www.leremtodolado.pt

quinta-feira, 17 de abril de 2014

despedida...



O escritor colombiano e prémio Nobel da Literatura Gabriel García Márquez morreu aos 87 anos, na Cidade do México.


"Não chores porque já terminou, sorri porque aconteceu."


                                                                                                                    Gabriel Garcia Marques


Entre as suas obras mais famosas, "Cem Anos de Solidão" vendeu milhões de cópias e está traduzida em 35 línguas.





Recordemos o grupo vencedor dos "Grammy's" 2014


Daft Punk Win Album Of The Year







Transportes Lisboa - Barreiro, nos anos cinquenta do século passado.

1952 - Como eram os transportes para o Barreiro, nos anos cinquenta do século passado



 barco a vapor Évora

A 17 de Abril de 1952, na Assembleia Nacional, nome pelo qual era designada a Assembleia da República na época do Estado Novo, o deputado Miguel Bastos chamava a atenção para a forma «deficiente, incómoda e até perigosa, como se faz o transporte de passageiros entre Lisboa e o Barreiro: […] O número de barcos em serviço, em 1930, era de 4, os mesmos de hoje; e a sua lotação, que era de 3 060 passageiros, em 1930, foi apenas aumentada para 3 338. Resultado: é normal fazer-se a viagem a pé, e, nos dias de mau tempo, mais de metade dos passageiros vê-se obrigado a fazê-la fustigado pelo vento e pela chuva, porque é reduzido o espaço coberto […]» 

Fonte: Diário de Lisboa n.º 10552, de 17-04-1952, pp. 1 e 6




Volvidas seis décadas sobre esta notícia, os transportes fluviais entre as duas margens do rio Tejo melhoram substancialmente. No entanto, nas horas de ponta, ainda hoje se assiste a algum desconforto, devido à impossibilidade de todos poderem efectuar a viagem sentados.

terça-feira, 15 de abril de 2014

SUGESTÃO MUSICAL


Michael Bublé





Michael Bublé nasceu em 1975

Cantor, ator e compositor canadiano.
Ganhou vários prémios, incluindo quatro Grammy e dez Juno Awards.
Bublé já vendeu cerca de 50 milhões de álbuns.



segunda-feira, 14 de abril de 2014


A equipa da BE deseja uma Páscoa muito feliz para todos os leitores e restante comunidade educativa.



domingo, 13 de abril de 2014

Curiosidades lisboetas

                                             

"Menu" do restaurante "Cartaxeiro", no início do séc. XX, na Baixa lisboeta.



                                    


Lisboa Desaparecida
de Marina Tavares Dias,
volume IX
capítulo RESTAURANTES E PETISCOS





Firma onde Fernando Pessoa trabalhou





Fotografia inédita da ourivesaria "Moitinho"
 Firma onde Fernando Pessoa trabalhou.

Fernando Pessoa, cujo domínio absoluto da língua inglesa, raríssimo na Lisboa da primeira metade do século, é cartão de visita em qualquer empresa da capital, transforma-se numa ajuda preciosa para a gerência de muitos escritórios. Adianta correspondência, estabelece contactos internacionais, ajuda no expediente geral. Recusa sempre um emprego fixo. A sua prioridade absoluta é, desde muito cedo, a obra literária. Aqui e ali, entre duas traduções, vai aproveitando a máquina para escrever outras coisas: o “Livro do Desassossego”, por exemplo, é parcialmente concebido na Baixa, sobretudo no primeiro andar da Ourivesaria Moitinho,.
(em «Lisboa nos Passos de Pessoa», de Marina Tavares Dias)
Lisboa Desaparecida
de Marina Tavares Dias,

LISBOA DESAPARECIDA- ARQUIVO DE MARINA TAVARES DIAS



sexta-feira, 11 de abril de 2014

SUGESTÃO MUSICAL




Centenário e Semana da Escola: Prof. Marcelo, Festa da Poesia e outros acontecimentos

O dia 3 de Abril, 5.ª f.,  foi um dia especial e de invulgar atividade na nossa escola. Visitas a laboratórios, onde os alunos e professores puderam mostrar o bom trabalho realizado nas várias áreas de formação profissional, os jogos da Matemática, a Palestra sobre a "Educação em Portugal: que futuro?", com o Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, a Festa da Poesia e, ainda, o seminário "Segurança para Todos".


Os que colaboraram na organização ou que participaram nas atividades realizadas, estão de parabéns!

Ficam algumas imagens ilustrativas das atividades que então decorreram...


Destaca-se a participação de alunos do Ensino a Distância que por videoconferência colocaram algumas questões ao prof. Marcelo














"Educação em Portugal: que futuro?" - o debate...

Jogos da Matemática
Com Francisco Fonseca Benevides, patrono da escola














Nos Laboratórios de Automação e de Energias Renováveis

No Laboratório de Química


Seminário "Segurança para Todos"


Festa da Poesia
Festa da Poesia - Declamação de Poemas

Festa da Poesia - Grupo Diálogos
Festa da Poesia - Grupo Cant'Alto, Canto

Festa da Poesia - Grupo Cant'Alto, Dança

No final, a satisfação sentida no olhar rutilante e nos abraços afetuosos das crianças da associação SOL, que têm participado nas atividades promovidas pelo clube Cant'Alto, ficará para sempre na nossa memória e servirá de  recompensa por tudo aquilo que vale a pena continuarmos a fazer...


quinta-feira, 10 de abril de 2014

como era a nossa Lisboa...







                                                 http://videos.sapo.pt/cpQvGrvRtWlQkla7yqj5

O 25 de Abril 40 anos depois: Conferência na Fundação Calouste Gulbenkian

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O 25 de Abril 40 anos depois

Conferência na Fundação Calouste Gulbenkian

Segunda-feira, 14 abril 2014

9:00 Auditório 2

Nova antologia de poemas de Manuel Alegre escritos desde 1964.


 LIVRO DE POEMAS ANTERIORES A 1974





Muitos anos antes do 25 de Abril Manuel Alegre escreveu sobre o País de Abril, Maio e os cravos vermelhos.
Nesta antologia há muitos poemas que falam de Abril antes de Abril e de Maio antes de Maio, em Praça da Canção, editada em 1964, e em O Canto e as Armas, de 1967.
Em O Canto e as Armas há, por exemplo, aqueles quatro versos de «Poemarma» que, decerto, anunciam o primeiro comunicado da Revolução: 


«Que o poema seja microfone e fale
uma noite destas de repente às três e tal
para que a lua estoire e o sono estale
e a gente acorde finalmente em Portugal».



25 Abril: Alegre diz que «o mal está aí outra vez» na forma da austeridade

segunda-feira, 7 de abril de 2014

ATENÇÃO POETAS OCULTOS... CAMPEONATO DE POESIA COMEÇA HOJE!












No dia 7 de Abril iniciamos o 7º CAMPEONATO DE POESIA, uma prova semanal, com dez jornadas, de produção escrita - e 100% online.

O prémio para o vencedor é a publicação, sem quaisquer custos, de uma obra da sua autoria - por parte da Chiado Editora.


Todos os participantes terão também um texto seu, escolhido entre todos os que produzir para a prova, publicado numa colectânea a editar também pela Chiado Editora.


O júri é composto por Sara Câmara Leme, tradutora, Rui Miguel Mendonça, jornalista (Sport TV) e Pedro Chagas Freitas, escritor.



Inscrições através do e-mail:  pedrochagasfreitas1@gmail.com

sábado, 5 de abril de 2014

APRENDE OS NOMES DOS INSTRUMENTOS QUE COMPÕEM UMA ORQUESTRA SINFÓNICA



A formação instrumental da orquestra sinfónica não se deu de uma hora para outra, foi antes um longo processo ocorrido durante os últimos quatro séculos. Ao longo deste período, os instrumentos musicais foram sendo aperfeiçoados. Instrumentos antigos foram substituídos por modernos. Muitos foram esquecidos e deixaram de fazer parte da orquestra, enquanto outros foram incorporados ao conjunto.


A orquestra sinfónica atual segue o modelo do final do século XIX. É formada por 32 violinos, 12 violas, 12 violoncelos, 8 contrabaixos, 4 flautas, 4 oboés, 4 clarinetes, 4 fagotes, 8 trompas, 4 trompetes, 3 trombones, uma tuba e um número variado de percussão. Obviamente, cada obra sinfónica possui sua própria formação instrumental, factor que varia de acordo com a época e o compositor.

 Em geral, uma orquestra sinfónica compossui de 80 a 100 músicos.

SUGESTÃO MUSICAL: Nana Mouskouri - "Je chante avec toi liberté"


Em pleno período festivo, celebremos sublimemente...




"Je chante avec toi liberté" (de l'album, "L'Intégrale", 1981, de Nana Mouskouri) a été écrit sur la musique du célèbre "coeur des esclaves hébreus" de l'Opéra "Nabucco" (1842) par Guiseppi Verdi. Cette chanson est une adaptation par Alain Goraguer. Les paroles sont par Pierre Delanoë et Claude Lemesle. 


"I sing with you liberty" (from the album. "Lintégrale", 1981, by Nana Mouskouri) was written based on the famous "chorus of the Hebrew slaves" scene from the Opera "Nabucco" (1842) by Guiseppe Verdi. The song was adapted by Alain Goraguer and the words were written by Pierre Delanoë and Claude Lemesle"





Nana Mouskouri, em grego Nανά Μούσκουρη, (Chania, Creta, 13 de Outubro de 1934) é uma cantora grega. 
Destaca-se por ter gravado em mais de onze idiomas.
Hoje, após quarenta anos de carreira, é a cantora que vendeu mais discos na história da música.











Nabucco é uma ópera em quatro atos de Giuseppe Fortunino Francesco Verdi (Roncole, 10 de Outubro de 1813 – Milão, 27 de Janeiro de 1901), com libreto de Temistocle Solera, escrita em 1842. A ação da ópera conta a história do rei Nabucodonosor da Babilônia.


Foi escrita durante a época da ocupação austríaca no norte da Itália e, por meio de várias analogias, suscitou o sentimento nacionalista italiano. O Coro dos Escravos Hebreus, no terceiro ato da ópera (Va, pensiero, sull'ali dorate, "Vai, pensamento, sobre as asas douradas) tornou-se uma música-símbolo do nacionalismo italiano da época.



sexta-feira, 4 de abril de 2014

AS PROFISSÕES ANTIGAS DE LISBOA...




CONHEÇA LISBOA DE OUTRAS ERAS...




MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS  - 1879





PRAÇA DA FIGUEIRA - 1885





LARGO DO RATO - 1912





PRAÇA D. PEDRO IV - 1920




























TORRE DE BELÉM - 1912





VALE DE ALCÂNTARA - 1920





TEATRO NACIONAL D. MARIA II - 1940





MARTIM MONIZ - 1946





2ª CIRCULAR - 1961






RUA DO CARMO - ARMAZÉNS DO CHIADO - 1965




"RODAS DE LISBOA" - CARRIS




CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE



Ausência

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.


Canção Final

Oh! se te amei, e quanto!
Mas não foi tanto assim.
Até os deuses claudicam
em nugas de aritmética.
Meço o passado com régua
de exagerar as distâncias.
Tudo tão triste, e o mais triste
é não ter tristeza alguma.
É não venerar os códigos
de acasalar e sofrer.
É viver tempo de sobra
sem que me sobre miragem.
Agora vou-me. Ou me vão?
Ou é vão ir ou não ir?
Oh! se te amei, e quanto,
quer dizer, nem tanto assim.


Para Sempre

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
— mistério profundo —
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.


Quadrilha

João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para o Estados Unidos, Teresa para o
convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto
Fernandes
que não tinha entrado na história.


No meio do caminho

No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.


"PARA SER GRANDE, SÊ INTEIRO (...)" Ricardo Reis







12ª Festa do Jazz do São Luiz: 5 e 6 de abril



 das 14.00h.  às 02.00h.

12ª Festa do Jazz do São Luiz: André Fernandes leva-nos a uma "roda das maravilhas"

O músico André Fernandes apresenta no domingo (dia 6), no âmbito da 12ª Festa do Jazz do São Luiz, o seu novo projecto «Wonder Wheel». A partir das 19:30, na Sala Principal deste emblemático teatro de Lisboa, o guitarrista sobe ao palco com Mário Laginha ao piano, Demian Cabaud no contrabaixo, Alexandre Frazão na bateria e Inês Sousa a dar a voz ao colectivo. O Diário Digital dá continuidade, assim, à sua colaboração com esta grande festa dedicada ao jazz, sugerindo uma formação por dia.

 

TERTÚLIAS ALMADINAS: ENTRADA LIVRE