sábado, 25 de abril de 2015

Liberdade sempre...







                                                                                                             fonte: blog "Humor Vítreo"



"Não há machado que corte a raiz ao pensamento..."







sugestões musicais...

Recordando canções contra a censura da ditadura militar brasileira...





Poemas escolhidos pelo professor Jerónimo Nogueira...






"Não me digam mais nada senão morro" - Ary dos Santos








"Homem abre os olhos e verás" - Armindo Rodrigues


Dias da Música em Belém...




Programação: https://www.ccb.pt/mediaRep/ccb/files/programacao/2015/dias%20musica/DesdobravelDMB15_site.pdf

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Aproveite de 23 a 30 de abril...

23 a 30 de abril 2015

CONFERÊNCIA
Segunda, 27 de abril | 18h30
Grande Auditório | Entrada livre, sujeita à disponibilidade de lugares


O Capital no século XXI
Thomas Piketty


Considerado um dos grandes especialistas em desigualdade, o economista francês Thomas Piketty vai falar sobre a obra que o consagrou internacionalmente: O Capital no século XXI. Neste livro, o seu autor percorre mais de três séculos para analisar dados de 20 países, discernindo padrões socioeconómicos fundamentais. "O mais importante livro de economia do ano – e talvez desta década", escreveu o influente economista norte-americano Paul Krugman.

MÚSICA
Terça, 28 de abril | 21h00
Grande Auditório |
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Anouar Brahem Quartet
Souvenance


Há duas décadas que o tunisino Anouar Brahem dá a conhecer ao mundo os sons do oud. A sua linguagem está ancorada nas tradições musicais árabes e islâmicas, mas a construção por si desenvolvida ultrapassa quaisquer fronteiras. Neste concerto Anouar Brahem atua com o seu quarteto e com músicos da Orquestra Gulbenkian.

CINEMA
24 e 26 de abril
Grande Auditório |
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Cinema no Grande Auditório
P'ra Rir! (Outra Vez)


Últimos dias do ciclo de cinema no Grande Auditório. No dia 24, o clássico de Fellini, Amarcord. O domingo, 26, é dedicado à sétima arte em Portugal, com filmes da era dourada do cinema português A Canção de Lisboa e O Pátio das Cantigas. A fechar a programação de P'ra Rir! (Outra Vez), Recordações da Casa Amarela, de João César Monteiro.

VISITA DESENHADA
Domingo, 26 de abril | 12h00
CAM |
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Cadernos de registo
O tempo de um traço e outras formas de desenhar a memória


Visita para explorar o potencial da prática do registo e do desenho como experiência para conhecer as obras de um museu. Propõem-se exercícios ao alcance de todos: os que têm prática e os que não têm prática de desenho, os que tudo rabiscam e os que delineiam com calma, os que carregam os seus cadernos gráficos para todos os lados e os que nunca tiveram nenhum mas gostavam de experimentar. Para começar, basta um caderno um riscador, olhos atentos e vontade de rabiscar.
Museus e Exposições fechados no dia 1 de maio

quinta-feira, 23 de abril de 2015

na sequência do visionamento do filme "lápis azul", alusivo à censura...


Poema sobre a recusa  


Como é possível perder-te
sem nunca te ter achado
nem na polpa dos meus dedos
se ter formado o afago
sem termos sido a cidade
nem termos rasgado pedras
sem descobrirmos a cor
nem o interior da erva.
Como é possível perder-te
sem nunca te ter achado
minha raiva de ternura
meu ódio de conhecer-te
minha alegria profunda


                                                                                                                         Maria Teresa Horta

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Visite a exposição alusiva ao "25 de abril", de 23 a 5 de maio de 2015, na BiBlioteca Escolar.

 
Concebida pela professora Anabela Fernandes
 
 
 
 
 
 





25 de abril na nossa Biblioteca Escolar... "A Liberdade está a passar por aqui..."



A BE evoca  o 25 de abril e promove o valor supremo, a liberdade, através de algumas iniciativas formativas.
 

Que o poema seja microfone e fale
uma noite destas de repente às três e tal
para que a lua estoire e o sono estale
e a gente acorde finalmente em Portugal.


                                 Manuel Alegre  in "Poemarma"
 
                                         





para além dos olhos...

 



                  

Dia Mundial do Livro na nossa Escola.


A 23 de abril, “Dia Mundial do Livro”, a equipa da Biblioteca Escolar conta com a vossa particular colaboração na formação de novos leitores.

No início ou no final da aula, num gesto simples, faça uma leitura coletiva do excerto da aplaudida e premiada BD - “Persépolis” da iraniana Marjane Satrapi,  (blog da BE, etiqueta “efemérides”), entusiasmando os seus alunos para a sua leitura integral.

Nesta data tão significativa, não perca a oportunidade de revelar a importância da literatura como um meio eficaz de combater injustiças e de exercer uma influência benéfica na mudança do mundo.

Abracemos, pois, a ideia de divulgar livros extraordinários e inesquecíveis.

 

 
 

Sinopse

 
Com esta memória inteligente, divertida e comovente de uma rapariga que cresce no Irão durante a Revolução Islâmica, Marjane Satrapi consegue transmitir uma mensagem universal de liberdade e tolerância. Persépolis desenha um retrato inesquecível do dia-a-dia no Irão, as desconcertantes contradições entre a vida familiar liberal e a repressiva vida pública com um regime pedagógico que atentam contra toda liberdade individual. Intensamente pessoal, profundamente político e totalmente original, Persépolis é ao mesmo tempo uma autobiografia e um chamamento perturbador sobre o custo humano da guerra e da repressão política.  
                                                                                                                Editora Contraponto

Críticas de imprensa

 
«Além da expressividade das suas pranchas a preto-e-branco, o que torna irresistível a arte narrativa de Satrapi é a forma como a vida da autora nos surge de forma realista e verosímil, poucas vezes grandiosa, quase sempre banal, conseguindo-se através dela vislumbrar os grandes movimentos e contradições da sociedade iraniana, muito mais complexa do que sugerem quase todos os discursos ocidentais sobre a antiga Pérsia.»
                                                                                                                      José Mário Silva, Expresso


«Um livro revelador, cativante e inesquecível. Uma obra extraordinária.»
The New York Review of Books
 
«Um verdadeiro triunfo. Tal como Maus, Persépolis é um daqueles romances gráficos capazes de seduzir até os mais relutantes. A forma como Satrapi combina a intimidade, a ironia e a ternura é simplesmente genial.» Libération

Leitura do excerto: 

 
 


Quem quiser, pode optar pelo visionamento do filme francês de animação, alvo de vários prémios.

 

Sinopse: Persepolis é um filme francês de animação de 2007, baseado no romance gráfico autobiográfico homônimo de Marjane Satrapi. O filme foi escrito e dirigido por Satrapi e Vincent Paronnaud. Sua trama começa pouco antes da Revolução Iraniana, quando Marjane atinge a adolescência, e acaba quando ela é uma expatriada de 22 anos. O título é uma referência à cidade histórica de Persépolis.

 
 
 
 

 

 

 

domingo, 19 de abril de 2015

A propósito...


do estudo d' Os Lusíadas

A dor feminina sempre presente, no momento da partida das naus...




Praia das Lágrimas

Ó mar salgado
eu sou só mais uma
das que aqui

choram e te salgam a espuma.

Ó mar das Trevas que somes galés
meu pranto intenso
engrossa as marés.

Ó mar da india
lá nos teus confins
de chorar tanto
tenho dores nos rins.

Choro nesta areia
salina será
choro toda a noite
seco de manhã.

Ai ó mar Roxo
ó mar abafadiço
poupa o meu homem
não lhe dês sumiço.

Que sol é o teu
nesses céus vermelhos
que eles partem novos
e retornam velhos.

Ó mar da calma
ninho do tufão que é do meu amor
 seis anos já lá vão.

Não sei o que os chama
aos teus nevoerios
será fortuna
ou bichos-carpiteiros.

Ó mar da China
Samatra e Ceilão
não sei que faça
sou viuva ou não.

 Não sei se case
notícias não há
será que é morto
ou se amigou por lá.
 
                Carlos Tê, Auto da Pimenta

sugestão musical...



sexta-feira, 17 de abril de 2015

Dia Internacional de Monumentos e Sítios: "Conhecer, Explorar, Partilhar..."

 
 
Tantas iniciativas culturais que pode aproveitar gratuitamente...


 Dia Internacional dos Monumentos e Sítios é celebrado a 18 de abril.

A data visa promover os monumentos e sítios históricos e valorizar o património português, ao mesmo tempo que tenta alertar para a necessidade da sua conservação e proteção. O tema de 2015 é "Conhecer, Explorar, Partilhar".

Neste dia decorrem várias iniciativas para celebrar a data, como visitas e entradas gratuitas nos monumentos. Ao longo da semana que integra este dia, também se realizam comemorações por todo o país, todos os anos com um novo tema.                                      

                                                                                                                           Calendar Portugal

Programa Geral

 
DIMS 2015
 
 
 

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Hoje, No Dia Mundial da Voz...


Dia Mundial da Voz assinalado de norte a sul do país
 


O Dia Mundial da Voz, esse importante instrumento de comunicação, volta a assinalar-se a 16 de Abril. Em Portugal, há eventos previsto de norte a sul do país que contam com concertos, rastreios e outras iniciativas. Para assinalar o dia, o Boas Notícias deixa também algumas dicas para manter uma voz saudável.

No total, são
25 eventos que animam o país recordando a importância da voz e partilhando dicas para manter uma voz saudável.

Neste dia será inaugurado, no Youtube, o projeto TvVoice, fundado por dois Terapeutas da Fala, oriundos de Portugal e do Chile. O objetivo é dar visibilidade ao trabalho nas diferentes áreas da Voz, quer a nível científico quer a nível artístico.

Em Lisboa, a Sociedade Portuguesa de Terapia da Fala recebe, no Teatro A Barraca, em Santos, dois convidados especiais para uma conversa com o público - o otorrinolaringologista Luís Antunes e o ator Miguel Martins, que fará a recitação de poemas.

                                                                                                                          Boas Notícias
 
Mais informações:

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Não perca a oportunidade.... Fórum internacional "O Lugar da Cultura" em Lisboa



O Lugar da Cultura

Modelos de desenvolvimento
para o século XXI



O Fórum Internacional "O Lugar da Cultura" começa na quarta-feira, no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, para debater, durante três dias, o papel da cultura nos modelos de desenvolvimento das sociedades atuais.
                        Notícias ao Minuto     
                                                                                                                    

Saber mais:
 

terça-feira, 14 de abril de 2015

Recordação da formação na nossa Biblioteca Escolar


Urge preservar para não restaurar…


A preservação e conservação física e intelectual do património documental garantem memória social, acrescentando valor às Instituições, no domínio da pesquisa e da construção do conhecimento.

Preocupada com a conservação do seu acervo bibliográfico, a BE dinamizou uma ação de formação no âmbito da “conservação preventiva e do restauro”, nos dias 5 e 12 de fevereiro de 2015, ministrada pela Drª Lia Jorge.

Um grupo de docentes adquiriu conhecimentos relevantes sobre esta temática.
Futuras formações podem surgir, mediante o interesse manifestado.

 



 

 
 
 
 
 
 

100 livros portugueses do século XX




                                                                                             por Fernando Pinto do Amaral
                                                      
                                                              in Jornal O PÚBLICO - 'Mil Folhas', 27 de Abril de 2002


- A Cidade e As Serras, Eça de Queirós (1845-1900)

- Gente Singular, Manuel Teixeira Gomes (1860-1941)

- Marânus, Teixeira de Pascoaes (1877-1952)

- Húmus, Raul Brandão (1867-1930)

- Pedro o Cru, António Patrício (1878-1930)

- Terras do Demo, Aquilino Ribeiro (1885-1963)

- Clepsidra, Camilo Pessanha (1867-1926)

- Ensaios, António Sérgio (1883-1968)

- Canções, António Botto (1897-1959)

- Poemas de Deus e do Diabo, José Régio (1901-1969)

- A Selva, Ferreira de Castro (1898-1974)

 - Charneca em Flor, Florbela Espanca (1894-1930)

- Gladiadores, Alfredo Cortês (1880-1946)

 -Mensagem, Fernando Pessoa (1888-1935)

 - A Criação do Mundo, Miguel Torga (1907-1995)

 - Sedução, José Marmelo e Silva (1913-1991)

 - Nome de Guerra, Almada-Negreiros (1893-1970)

- Contos Bárbaros, João de Araújo Correia (1899-1985)

 - Gaibéus, Alves Redol (1911-1969)

 - Solidão/Notas do Punho de Uma Mulher, Irene Lisboa (1892-1958)

- Apenas Uma Narrativa, António Pedro (1909-1967)

- O Barão, Branquinho da Fonseca (1905-1974)

 - Historiazinha de Portugal, Adolfo Simões Müller (1909-1989)

- Noite Aberta Aos Quatro Ventos, Adolfo Casais Monteiro (1908-1972)

- Mau Tempo No Canal, Vitorino Nemésio (1901-1978)

 - O Caminho da Culpa, Joaquim Paço D'Arcos (1908-1979)

 - O Dia Cinzento, Mário Dionísio (1916-1993)

 - Poesia, Sophia de Mello Breyner Andresen (n.1919)

 - Poesias, Álvaro de Campos

 - Odes, Ricardo Reis

 - Poemas, Alberto Caeiro

 - Poesias, Mário de Sá-Carneiro (1890-1916)

 - A Toca do Lobo, Tomás de Figueiredo (1902-1970)

- Ossadas, Afonso Duarte (1884-1958)

- As Mãos e os Frutos, Eugénio de Andrade (n.1923)

 - Poesia I, José Gomes Ferreira (1900-1985)

 - Retalhos da Vida de Um Médico, Fernando Namora (1919-1989)

 - A Secreta Viagem, David Mourão-Ferreira (1927-1996)

 - O Fogo e As Cinzas, Manuel da Fonseca (1911-1993)

- Pelo Sonho é que Vamos, Sebastião da Gama (1924-1952)

 - A Sibila, Agustina Bessa-Luís (n. 1922)

 - História da Literatura Portuguesa, António José Saraiva (1917-1993) e Óscar Lopes (n. 1917)

- Movimento Perpétuo, António Gedeão (1906-1997)

 - Dimensão Encontrada, Natália Correia (1923-1993)

 - Pena Capital, Mário Cesariny (n. 1923)

 - Teatro, Bernardo Santareno (1924-1980)

- A Origem, Graça Pina de Morais (1929-1992)

 - Léah, José Rodrigues Miguéis (1901-1980)

 - No Reino da Dinamarca, Alexandre O'Neill (1924-1986)

 -A Cidade das Flores, Augusto Abelaira (n. 1926)


- Bastardos do Sol, Urbano Tavares Rodrigues (n. 1923)

- Tanta Gente, Mariana..., Maria Judite de Carvalho (1921-1998)

- A Colher na Boca, Herberto Helder (n. 1933)

- Felizmente Há Luar!, Luís de Sttau Monteiro (1926-1993)

 - O Palhaço Verde, Matilde Rosa Araújo (n. 1921)

- Rumor Branco, Almeida Faria (n. 1943)

- Xerazade e os Outros, Fernanda Botelho (n. 1926)

- A Torre da Barbela, Ruben A. (1920-1975)

 - Praça da Canção, Manuel Alegre (n. 1936)

 - Estou Vivo e Escrevo Sol, António Ramos Rosa (n. 1924)

- Teoria da Literatura, Vítor Manuel de Aguiar e Silva (n. 1939)

 - O Delfim, José Cardoso Pires (1925-1998)

- A Noite e o Riso, Nuno Bragança (1929-1985)

- As Aves, Gastão Cruz (n.1941)

 - Maina Mendes, Maria Velho da Costa (n. 1938)

- Peregrinação Interior, António Alçada Baptista (n. 1927)

- A Raiz Afectuosa, António Osório (n. 1933)

- Novas Cartas Portuguesas, Maria I. Barreno (n.1938), Maria T. Horta (n. 1937) e Maria V. da Costa

 - Os Sítios Sitiados, Luiza Neto Jorge (1939-1989)

 - Paisagens Timorenses com Vultos, Ruy Cinatti (1915-1986)

- Toda a Terra, Ruy Belo (1933-1978)

- O Que Diz Molero, Dinis Machado (n. 1930)

 - Finisterra, Carlos de Oliveira (1921-1981)

 - O Labirinto da Saudade, Eduardo Lourenço (n.1923)

- Rosa, Minha Irmã Rosa, Alice Vieira (n.1943)

- Sinais de Fogo, Jorge de Sena (1919-1978)

 - Instrumentos Para a Melancolia, Vasco Graça Moura (n. 1942)

 - Uma Exposição, João M. F. Jorge (n. 1943), Joaquim M. Magalhães (n. 1945), Jorge Molder (n. 1947)

- O Silêncio, Teolinda Gersão (n. 1940)

 - Livro do Desassossego, Fernando Pessoa-Bernardo Soares

 - Memorial do Convento, José Saramago (n.1922)

 - Os Universos da Crítica, Eduardo Prado Coelho (n.1944)

- Para Sempre, Vergílio Ferreira (1916-1996)

- Amadeo, Mário Cláudio (n. 1941)

 - Um Falcão no Punho - Diário I, Maria Gabriela Llansol (n. 1931)

- Adeus, Princesa, Clara Pinto Correia (n.1960)

- As Moradas 1 & 2, António Franco Alexandre (n. 1944)

- O Medo, Al Berto (1948-1997)

- Gente Feliz com Lágrimas, João de Melo (n. 1949)

 - O Pequeno Mundo, Luísa Costa Gomes (n. 1954)

- A Ilha dos Mortos, Luís Filipe Castro Mendes (n. 1950)

- A Musa Irregular, Fernando Assis Pacheco (1937-1995)

 - Um Canto na Espessura do Tempo, Nuno Júdice (n. 1949)

- Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde, Mário de Carvalho (n. 1944)

- Vulcão, Luís Miguel Nava (1957-1995)

- Guião de Caronte, Pedro Tamen (n. 1934)

 - Geórgicas, Fernando Echevarría (n. 1929)

 - O Vale da Paixão, Lídia Jorge (n. 1946)

- Cenas Vivas, Fiama Hasse Pais Brandão (n. 1938)

 - Não Entres Tão Depressa Nessa Noite Escura, António Lobo Antunes (n. 1942)